Imagens comparadas de três satélites, analisadas pela Universidade de Tel Aviv (Israel), indicam que na última década Campinas foi a 9ª cidade do mundo que mais reduziu os índices de poluição. Dos demais municípios brasileiros, apenas Curitiba e Brasília ficaram à frente. Campinas teve queda de 19,2% no nível de poluição em uma década. As duas líderes do país – Curitiba e Brasília – registraram 26,2% e 20,2%, respectivamente. Outra boa notícia é que a cidade segue na contramão das metrópoles mundiais. Na maioria delas, houve aumento na quantidade de partículas, gases tóxicos e fumaça no ar.

Uma das causas é a diminuição na emissão de poluentes que saem de escapamentos de carros, ônibus e caminhões. As concessionárias do transporte coletivo urbano de Campinas estão fazendo a sua parte e contribuindo para diminuir a emissão de poluentes. Neste ano, por exemplo, as empresas começaram a usar em seus veículos o novo biodiesel B-10, uma mistura do S-10 com 5% de biodiesel, ideal para os motores com tecnologia Euro 5, que estão presentes nos novos ônibus.

O teor de enxofre do diesel S-10 é de no máximo 10 mg/kg (ou partes por milhão, ppm), uma quantidade mínima, que equivale ao mesmo teor de enxofre do diesel usado na Europa. Somado ao biodiesel, combustível que emite menos poluentes, pois é fabricado a partir de fontes renováveis (girassol, soja, mamona), o B-10 contribui com a melhora da qualidade do ar de Campinas. O combustível reduz em até 90% as emissões de enxofre, emite menos material particulado e menos fumaça branca.

 

 

A VB Transportes e Turismo, concessionária que opera 55 linhas na área verde, fez uma nova proposta para resolver a paralisação juntos aos funcionários. A empresa propôs que, até o dia 30 deste mês, os colaboradores paguem apenas o valor do convênio médico (R$ 37,99 para o motorista e R$ 16,54 para o cobrador). Esses são os valores por vida, já descontados os percentuais pagos pela empresa.

E, até o dia 30, também não será cobrada qualquer tipo de coparticipação, seja nos exames médicos simples ou complexos ou em consultas que excedam a quantidade estipulada em contrato com a Amil.

Até o dia 20 de agosto, a VB fará uma nova cotação no setor de convênio médico e apresentará o estudo ao Sindicato dos Rodoviários de Campinas e Região e aos funcionários. A VB fez essa nova proposta agora à tarde para que o sindicato levasse a mesma aos seus funcionários.

“A VB está fazendo tudo o que está ao seu alcance para resolver esse problema que afeta o dia a dia dos usuários. Quando mudamos o convênio simplesmente atendemos a uma reivindicação da categoria. Ontem, nos reunimos com os trabalhadores e estava tudo acertado mas hoje, novamente, fomos surpreendidos com o movimento”, argumenta Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc, à qual a VB é associada.

A VB classificou de irresponsável a atitude dos funcionários que colocaram os seus ônibus bloqueando avenidas de grande fluxo em Campinas e deixa claro que sempre esteve aberta às negociações com a categoria.

A VB Transportes e Turismo, em reunião hoje pela manhã com diretores do Sindicato dos Rodoviários de Campinas e Região e da empresa de convênio médico Amil, decidiram suspender por 30 dias a coparticipação dos funcionários no pagamento do plano de saúde.

Durante esse período, o sindicato se comprometeu a conversar com a categoria para saber quais são as reivindicações que precisam ser atendidas, visto que anteriormente a categoria reivindicou um plano de saúde de abrangência nacional.

Essa proposta de suspensão será submetida à votação dos trabalhadores do setor ainda hoje pelo sindicato.

A VB Transportes e Turismo, concessionária que opera 55 linhas na área 3 (verde), foi surpreendida hoje com a paralisação dos seus colaboradores. O movimento, que deixou 283 ônibus parados na garagem da empresa, atingiu cerca de 75 mil usuários no período da manhã.

O motivo alegado pelos funcionários está relacionado á troca do plano do convênio médico. As associadas da Transurc vinham recebendo há vários meses reclamações sobre a qualidade dos serviços prestados pelo plano de saúde anterior e os próprios colaboradores exigiam a troca por um convênio médico mais robusto e com abrangência nacional. Após a apresentação de diversos nomes, em acordo com o Sindicato dos Rodoviários de Capinas e Região, as operadoras fecharam contrato com a Amil, conceituada empresa do set or.

O plano antigo custava R$ 71,00 e a maior parte desse valor era custeado pelas próprias concessionárias. Hoje, o Plano Amil custa R$ 79,99, dos quais 55% são bancados pelas empresas e 45% pelos colaboradores. “As empresas atenderam a uma reivindicação dos próprios funcionários e melhoraram o convênio médico. Mas, como todos sabemos, para se ter algo melhor e ninguém faz milagres, existe um aumento nos custos”, argumenta Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), ao qual a VB é associada.

O novo plano, que está especificado na Cláusula 22 do Acordo Coletivo da categoria, prevê a coparticipação dos colaboradores. Estão previstas três consultas anuais gratuitas e, a partir da quarta consulta, a Amil cobra uma taxa de R$ 25,00. A empresa de convênio médico estipulou um valor de R$ 2,00 para os exames simples e R$ 10,00 para s exames mais complexos.

Está ainda estabelecido, pelo contrato firmado entre as concessionárias e a Amil, que em um prazo de 90 dias, a contar de 1º/8/2013, o convênio implantará o Centro Médico Amil/Rodoviários, cujo atendimento ao trabalhador não haverá limite ou coparticipação.

A VB Transportes e Turismo, assim como as demais, divulgaram as informações entre os colaboradores e essa garagem que opera a área 3  foi a única entre as seis garagens que pararam por esse motivo. As demais, cujos colaboradores têm o mesmo plano de saúde, trabalharam normalmente no dia de hoje.

Concessionária também abriu sindicância interna para apurar as causas do acidente ocorrido ontem pela manhã no Viaduto Cury; motorista faz exames médicos e será ouvido em breve

A VB Transportes e Turismo, proprietária do ônibus articulado prefixo 1537 e que fazia a linha 1.17 – DICs/Rótula, que caiu ontem do Viaduto Cury, na região central de Campinas, mobilizou os funcionários dos setores de Recursos Humanos, Jurídico e psicólogos para prestar a assistência necessária às vítimas do acidente ocorrido ontem, às 5h37, e no qual uma pessoa morreu e 19, incluindo o motorista do ônibus e cobrador, ficaram feridos.

Ontem mesmo, a empresa abriu uma sindicância interna para apurar as possíveis causas do acidente. “A empresa está mobilizando vários setores para prestar atendimento às vítimas e aos seus familiares. Já estamos mantendo contato, comprando medicamentos e pagamos todas as despesas decorrentes do funeral do porteiro José Antonio da Silva”, informa Paulo Barddal, diretor de Comunicação da VB.

A empresa, inclusive colocou à disposição da família de José Antonio da Silva uma equipe de psicólogos. “Desde ontem, conversamos com a mulher dele, dona Kelly Cristina, e nos colocamos à disposição. Hoje, representantes da concessionária estiveram com os familiares no velório e sepultamento”, diz Barddal.

A VB informa ainda que o veículo que esteve envolvido no acidente passou por duas vistorias recentes, a primeira no dia 4 de junho, realizada pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), órgão gestor do sistema de transporte, e na qual o veículo foi aprovado. No último dia 18, o articulado passou por uma manutenção preventiva, de acordo com as normas e exigências do fabricante e também não foi constatada nenhuma irregularidade.

Mesmo assim, na sindicância interna, a empresa não descartará nenhuma hipótese, entre elas falha mecânica, falha humana e condições do viário no momento do acidente. Embora a VB esteja trabalhando para apurar as causas, ela ainda espera pela recuperação do motorista Edivaldo Gonçalves, de 35 anos, que ficou bastante abalado após o acidente.

O motorista, que é natural de Pérola (PR), integra os quadros da VB desde 1º de setembro de 2006. “Na ficha disciplinar dele não há envolvimento em qualquer tipo de acidente e nenhuma advertência por indisciplina. Hoje, ele está passando por exames médicos e, tão logo tenha condições de conversar, falaremos com ele. Já colocamos uma psicóloga à disposição do nosso funcionário”, afirma Barddal.

A empresa também esclarece que está cooperando com as investigações policiais e já forneceu à Polícia Técnica o disco do tacógrafo e o chip de memória das câmeras internas. “Agora, nos resta esperar pelo laudo dos peritos para saber o que provocou o acidente.”

A empresa é solidária a todas as vítimas e familiares e coloca à disposição para contatos o seu site www.vbtransportes.com.br, o seu SAC (3733-5000) e ainda os contatos da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), à qual é associada. A Transurc disponibiliza o 0800 014 02 04, a página do Facebook (www.facebook.com/transurc) e também o Twitter (twitter.com/Transurc).

Três pessoas ficaram feridas em acidente envolvendo ônibus e caminhões na Avenida John Boyd Dunlop. O ônibus da linha 2.12 – Terminal Itajaí/Circular Rótula, prefixo 2935, estava parado no ponto em frente à PUC-Campinas, por volta das 8h35, para embarque e desembarque de passageiros quando um caminhão da Prefeitura, com um carrinho de piche acoplado, bateu na traseira do ônibus parado. Vinte pessoas estavam dentro do ônibus no momento.

Em seguida, um caminhão de lixo da Ceasa colidiu com o caminhão da Prefeitura. Com a batida, a roda do carrinho de piche se soltou e atingiu um Fiat Uno e um carro da Sanasa.

Além do congestionamento causado, já que o trânsito só foi liberado às 9h45, um passageiro machucou o braço, a cobradora bateu a testa e o motorista do caminhão da Prefeitura também se machucou. O passageiro e a cobradora foram encaminhados para o Hospital Ouro Verde.

Como o caminhão da prefeitura parou em cima da guia, uma das hipóteses do acidente é a perda de freio desse veículo. No entanto, apenas a Polícia Civil poderá afirmar com certeza a causa do acidente, após investigação.

Sete linhas de ônibus estão suspensas pela Emdec, desde às 5h, na região do São Domingos, Campo Belo e Jardim Fernanda por conta das manifestações que ocorrem nesta manhã, dia 11 de julho. Ao todo, são 36 veículos que cumprem o itinerário das linhas 191, 193, 194, 195, 196, 198 e 115 e estão parados no Terminal Central e no Terminal Ouro Verde. Cerca de 25 mil pessoas utilizam essas linhas diariamente. Vândalos quebraram duas chaves de ônibus no Terminal Ouro Verde há pouco.

Quatro veículos foram apedrejados ontem à noite na região do Campo Belo, quebrando os vidros laterais. O prejuízo é de R$ 3 mil.

Na segunda-feira, mais três ônibus da Onicamp Transporte Coletivo foram depredados e, agora, o número total chega a 17 veículos das concessionárias VB Transportes e Turismo, do Consórcio UrbCamp e da Onicamp atacados.

Ontem, dois dos veículos tiveram os vidros das janelas quebradas enquanto o outro teve o vidro da porta lateral. As ocorrências foram nas proximidades da Avenida Júlio Simões, no Jd. Nova Europa. Os prejuízos foram de R$ 1,5 mil.

Os ataques foram realizados durante as manifestações que ocorreram em Campinas na segunda-feira e nos dias 20 e 21 de junho. Dezesseis desses veículos, tipo convencional, tiveram para-brisas dianteiros e traseiros quebrados, vidros laterais e de janelas foram apedrejados. Um ônibus articulado também teve vidros quebrados, a janela de emergência e bancos arrancados.
A VB, que opera na área 1, teve quatro veículos quebrados, entre os quais o articulado. A Onicamp, que opera na área 4, teve oito ônibus depredados. O Consórcio UrbCamp, que opera na área 3, teve cinco veículos vandalizados. O prejuízo calculado pelas empresas é de cerca de R$ 32,5 mil.
Dezessete câmeras que ficam no interior dos ônibus da VB também foram arrancadas por vândalos, causando mais R$ 8,5 mil de prejuízo. A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) e as concessionárias repudiam todo e qualquer ato de violência e vandalismo.

A tarifa do Sistema InterCamp é de R$ 3,00 a partir de hoje, dia 24 de junho, por decisão unilateral tomada pelo prefeito Jonas Donizette. Com isso, o passe escolar foi reduzido de R$ 1,32 para R$ 1,20. O valor da passagem das linhas Circular – Centro e Linhão da Saúde (5.01 e 5.02) também caiu de R$ 2,20 para R$ 2,00, no pagamento com o Bilhete Único. O uso do passe escolar nas duas linhas passou de R$ 0,88 para R$ 0,80.

O valor da passagem era de R$ 3,30 desde dezembro do ano passado e passaria para R$ 3,20 neste dia 30, sob a alegação da desoneração do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para as empresas de transporte coletivo urbano. Depois que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e o governador Geraldo Alckmin, após enfrentarem uma série de manifestações em São Paulo, anunciaram a redução das tarifas de diversos modais de transporte de massa na última quarta-feira. No mesmo dia, algumas horas depois, Jonas Donizette anunciou a redução em Campinas, cidade que tem realidade diferente da de São Paulo.

A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), organização mantida pela iniciativa privada e que tem como associadas as concessionárias VB Transportes e Turismo, Itajaí Transportes Coletivos, Onicamp Transporte Coletivo, Expresso Campibus e a Coletivos Pádova, reitera a sua posição e espera que a Prefeitura de Campinas tenha a mesma agilidade para tomar medidas concretas que tragam o reequilíbrio econômico-financeiro ao contrato de concessão.

O subsídio previsto para custear a tarifa no município de São Paulo é de R$ 1,25 bilhão, neste ano. Já em Campinas, atualmente o valor anual destinado ao pagamento parcial das gratuidades do Sistema InterCamp, composto pelas concessionárias e pelos permissionários, hoje representados por cooperativas, não atinge os R$ 36 milhões. E, desse montante, as concessionárias recebem cerca de R$ 25,5 milhões, enquanto o restante é compartilhado entre as cooperativas e o PAI Serviço, um programa que transporta gratuitamente porta-a-porta milhares de usuários portadores de deficiências. Para manter o Sistema InterCamp equilibrado será necessário um subsídio de, pelo menos, R$ 100 milhões ao ano em Campinas.

A Transurc e as concessionárias também pleiteam que o governo municipal desonere os tributos e taxas que incidem sobre o transporte urbano. Hoje, as empresas recolhem 2% de ISSQN (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) e mais 2% a título de Taxa de Gerenciamento. Além disso, as operadoras também pedem ao prefeito Jonas Donizette trabalhe pela redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), hoje de 17%, que incide sobre o óleo diesel, importante insumo na composição dos custos. As concessionárias querem celeridade na retomada dos estudos e implantação de algumas medidas importantíssimas para que o transporte coletivo tenha prioridade em Campinas.

Algumas medidas que já foram discutidas com a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), o órgão gestor do transporte e trânsito no município, nesta e em gestões anteriores, precisam ser implantadas o mais rápido possível para que haja o aumento na velocidade comercial dos veículos utilizados diariamente por mais de 600 mil passageiros. Entre as medidas estão a criação de faixas exclusivas, o fim das linhas diametrais (muito longas e operacionalmente caras), retirada de lombadas dos itinerários, inversão de faixas em ruas e avenidas de grande fluxo nos horários de pico e a implantação de corredores dedicados aos ônibus. Hoje, o custo do Sistema InterCamp também se torna elevado porque os veículos do transporte coletivo ficam presos em congestionamentos, junto aos demais veículos particulares, de carga e motocicletas.

Se o Sistema InterCamp tiver uma velocidade média maior, com certeza, aumentará a atratividade para mais passageiros o que, em última instância, acabaria ajudando ainda mais na redução dos custos. Afinal, o valor de uma tarifa é calculado levando-se em consideração o custo total do sistema, dividido pelo número de usuários que pagam a passagem.
Apenas no subsistema operado pelas concessionárias, o número de passageiros econômicos (os que pagam passagem) é de 8.709.093 por mês.

Na sexta-feira, mais dois ônibus do Consório UrbCamp foram depredados e, agora, o número total chega a 14 veículos das concessionárias VB Transportes e Turismo, do Consórcio UrbCamp e da Onicamp Transporte Coletivo atacados. Os ataques foram realizados durante as manifestações que ocorreram em Campinas na quinta e na sexta-feira. Treze desses veículos, tipo convencional, tiveram para-brisas dianteiros e traseiros quebrados, vidros laterais e de janelas foram apedrejados. Um ônibus articulado também teve vidros quebrados, a janela de emergência e bancos arrancados.

A VB, que opera na área 1, teve quatro veículos quebrados, entre os quais o articulado. A Onicamp, que opera na área 4, teve cinco ônibus depredados. O Consórcio UrbCamp, que opera na área 3, teve cinco veículos vandalizados. O prejuízo calculado pelas empresas é de cerca de R$ 31 mil.

Dezessete câmeras que ficam no interior dos ônibus da VB também foram arrancadas por vândalos, causando mais R$ 8,5 mil de prejuízo. A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) e as concessionárias repudiam todo e qualquer ato de violência e vandalismo.