A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) está com inscrições abertas para o Programa Escolas nas Garagens, que é voltado para alunos do 5° ano do Ensino Fundamental de escolas públicas estaduais e municipais de Campinas. Para participar, os responsáveis devem entrar em contato com a Diretoria de Comunicação da Transurc pelo telefone (19) 3731-2643 e informar quantas turmas irão ao passeio.
Na semana em que a visita for realizada, a Transurc entrará em contato com a escola, e solicitará o envio da lista de alunos, das autorizações dos pais ou responsáveis e do nome dos acompanhantes adultos (um para cada grupo de 15 crianças).
“O programa existe desde 2004 e é uma iniciativa da Transurc e das concessionárias do transporte coletivo urbano de Campinas. Desde o início, já participaram 85 mil crianças. Somente em 2012, 104 escolas públicas enviaram seus alunos para o programa, com uma média de 35 estudantes em cada turno. Como a procura é sempre alta, pedimos que as escolas reservem as datas e garantam as visitas o quanto antes”, esclarece Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.
No passeio, que acontece todos os dias, de manhã e à tarde, os alunos recebem informações sobre cidadania e preservação ambiental, e conhecem pontos históricos da cidade. No Centro, as crianças tomam um lanche na Choperia Giovannetti. Depois, vão até uma das garagens das concessionárias, onde conhecem a rotina do sistema e o processo de manutenção dos veículos.
Em seguida, assistem a uma peça de teatro e participam de um concurso de pintura mensal, cujo vencedor ganha, para ele e para a família, um passeio na maria-fumaça, que circula entre Campinas e Jaguariúna, cortesia da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF).
Ao final do passeio, no retorno à escola, os alunos recebem um kit escolar com caneta, régua, adesivos e cadernos. O programa tem o apoio da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec).

O Consórcio UrbCamp, formado pelas concessionárias VB Transportes e Turismo e Coletivos Pádova, entrega à população de Campinas nesta quinta-feira (27 de dezembro), a Estação de Transferência da Cidade Judiciária. A obra custou cerca de R$ 500 mil e foi realizada pela Verssat Indústria e Construção.

O local conta com todos os itens de acessibilidade para a população, como piso elevado e podotátil, rampas de acesso para pessoas com problemas de locomoção e seis abrigos duplos, além de banheiros exclusivos e refeitório para motoristas e cobradores.

“A nova estação concentrará a operação das linhas de diversos bairros da região Norte de Campinas, entre eles o Recanto dos Dourados, Jardim Carlos Gomes, Jardim Míriam, Alphaville, Bananal e Gargantilha”, informou Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), à qual a VB e a Pádova são associadas.

A Estação Cidade Judiciária fica na Rua Ataliba Euclides Vieira, tem acesso exclusivo ao interior da Cidade Judiciária e deve receber cerca de 15 mil usuários do transporte coletivo urbano diariamente.

Os postos de atendimento da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) situados nos terminais e na própria sede da associação funcionarão em horário diferenciado no período das festas de final de ano.

A sede funcionará das 7h30 às 12h, nos dias 24 e 31 de dezembro. Já os postos dos terminais ficam abertos das 6h às 18h. Nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro todos os postos e a sede estarão fechados, retomando suas atividades em horário normal no dia seguinte.

Vale ressaltar que o sistema de Telemarketing da Transurc (0800 014 02 04) manterá o atendimento das 6h às 18h nos dias 23, 24, 25, 30 e 31 de dezembro e no dia 1º de janeiro.

Alunos poderão recarregar novamente o BU Escolar a partir do dia 28 de janeiro de 2013

Em cumprimento às determinações da Resolução Municipal nº 250/2012, da Secretaria Municipal de Transportes (Setransp), publicada no Diário Oficial do Município, edição de 13 de dezembro de 2012, a venda de créditos para o Bilhete Único Escolar ficará suspensa entre os dias 16 de dezembro de 2012 e 28 de janeiro de 2013.

Os estudantes dos cursos de educação profissional técnica de nível médio que comprovarem que continuarão os estudos nesse período poderão efetuar a recarga do cartão somente na sede da Transurc, localizada na Rua Onze de Agosto, 757, Centro.

Vale ressaltar que o sistema de transporte coletivo urbano continuará aceitando o Passe Escolar no período de recesso das vendas. Sendo assim, os estudantes que ainda possuírem créditos em seus cartões podem utilizá-los normalmente.

Concessionária foi alvo de vândalos que quebraram vidros, janelas e parabrisas durante a noite de ontem

Cinco ônibus da Itajaí Transportes Coletivos foram depredados na noite de ontem (27/11), das 22h30 às 22h45, na região do Terminal Campo Grande. Os veículos tiveram vidros, janelas e parabrisas quebrados, num prejuízo aproximado de R$ 15 mil. “Um dos ataques foi feito a um ônibus que estava na reserva, estacionado no Terminal Campo Grande. Os outros foram realizados no trajeto entre o terminal e a Rua Vinte e Dois, no bairro Parque Valença I, onde fica a garagem da empresa. Estes veículos estavam com passageiros, mas ninguém ficou ferido”, explicou Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc). Foram afetados os veículos articulados de prefixo 2962 (linha 2.10) e 2935 (linha 2.11), além dos convencionais 2875 (linha 2.09), 2904 (linha 2.01) e 2958 (reserva).

Outros casos
Esta não é a primeira vez que ônibus são atacados na região do Campo Grande. No dia 24 de março deste ano, quarenta vidros de nove veículos foram quebrados. Nos piores casos, dois dos veículos atacados tiveram dez vidros quebrados cada.
A Itajaí também sofreu com o vandalismo durante o Carnaval, entre os dias 17 e 22 de fevereiro, quando seis de seus carros também foram alvos de depredação nas comemorações descentralizadas que foram promovidas na cidade.

Desrespeito com a comunidade
O vandalismo também acaba mexendo com o bolso do passageiro, pois o cálculo da tarifa no transporte urbano inclui os gastos com os reparos. “Enquanto as autoridades não tomarem atitudes preventivas e corretivas, os cidadãos de bem vão continuar a sofrer consequências dos atos irresponsáveis de alguns deliquentes. Vale lembrar que o valor da passagem é calculado de acordo com o número de passageiros transportados, mais o volume do subsídio a estudantes, idosos e outros benefícios à população. Se não existissem os gastos com vandalismo, haveria um impacto menor nos reajustes de tarifas”, comenta Barddal.

Ataques no ano
O Carnaval foi, mais uma vez, o período de maior dificuldades em relação aos crimes de vandalismo em Campinas. Além dos seis veículos da Itajaí, depredados entre os dias 17 a 22 de fevereiro, outros cinco veículos das concessionárias VB Transportes e Turismo, Expresso Campibus e Onicamp Transporte Coletivo tiveram os parabrisas, janelas e vidros das portas quebrados.
Poucos dias após o Carnaval, a VB Transportes teve alguns ônibus da linha 1.20 depredados na saída de um baile funk que acontece no bairro Parque Oziel. “Por três sábados consecutivos, um grupo com cerca de 60 pessoas invadiu o ônibus e começaram a quebrar os vidros e a arrancar as janelas de emergência dos veículos”, relembra o diretor.
A VB foi novamente alvo de crimes de vandalismo no dia 18 de maio, quando uma dupla armada de revólver e montada em uma moto intimidou os motoristas, fez ameaças verbais e depredou os veículos. “O que nos chamou a atenção é que todos os ataques têm forma semelhante de ação e todos os ataques com motociclistas ocorreram contra seis veículos da mesma empresa”, completou Barddal.
Por fim, a mesma empresa teve quatro ônibus, operam na linha 3.17, foram alvos de vândalos no Jardim São José. Todos os veículos foram queimados com álcool por criminosos armados com revólveres. Um dos ônibus foi completamente queimado e não pode ser recuperado. Nos demais, o fogo atingiu bancos, partes da fiação elétrica, luminárias, borrachas de vedação e canaletas.
A soma dos prejuízos contabilizados com os principais ataques a ônibus em 2012 foi de cerca de R$ 350 mil.

A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) conta com uma Rede de Representantes Credenciados com 284 pontos ativos distribuídos por todas as regiões da cidade. Esses representantes são parceiros da associação e fazem a recarga de créditos para o Bilhete Único. Com isso, agregam valor a seus estabelecimentos comerciais e atraem mais clientes.
“Para a população, que usa o Bilhete Único, esses representantes possibilitam uma forma rápida de recarregar o BU estando próximos de casa, do trabalho ou mesmo sem sair do roteiro habitual do dia a dia”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.
Diversos tipos de estabelecimento fazem parte dessa rede: açougues, bancas de jornal, farmácias, lanchonetes, conveniências, lotéricas, padarias, papelarias e supermercados, entre outros. A relação dos pontos pode ser encontrada no website da associação (www.transurc.com.br) ou no Guia de Representantes Credenciados.
Confira no gráfico as regiões e os bairros da cidade nos quais ficam localizados os estabelecimentos da Rede de Representantes Credenciados da Transurc.

No dia 1º de novembro o novo website da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) ultrapassou o número de 1 milhão de acessos. Recriado com um conceito diferente do anterior, a página foi ao ar em 20 de maio de 2011 e ganhou visual mais limpo, que facilita a navegação e prioriza as informações mais importantes para os clientes da associação.
“A recarga on-line do Bilhete Único Comum e Vale-Transporte ganharam destaque. Dessa forma, o website ficou mais vinculado com a missão da associação, que é a venda de passes para ônibus urbanos”, conta Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.
Assim a associação conseguiu dissociar a ideia errônea que muitas pessoas têm sobre o papel da Transurc na comunidade. “Diferentemente do que muitos pensam, a Transurc não tem ônibus e também não é responsável pelos itinerários e pelas linhas do sistema de transporte coletivo da cidade, que são de competência da Emdec”, comenta o diretor.
Este fato pode ser comprovado pelos números do site: antes da implantação do novo sistema, as buscas por “linhas de ônibus em Campinas”, “horários de ônibus em Campinas” e “ônibus em Campinas” figuravam entre as dez palavras-chave que mais encaminhavam usuários dos mecanismos de busca (como o Google) para o site da Transurc. Atualmente, destas três anteriores, apenas a busca por “ônibus em Campinas” figura entre essas dez palavras-chave. Ao mesmo tempo, palavras como “Transurc saldo” e “saldo do Bilhete Único” passaram a figurar entre as mais procuradas.
“O tráfego de pesquisa, como é conhecido o número de visitantes que acessam uma página na web por meio de um site de busca, representa 59% das visitas do nosso website. Perceber que a população está desvinculando a Transurc de horários e linhas de ônibus é sinal de que o trabalho de conscientização que a associação tem feito está dando resultado”, comemora Barddal.
Os visitantes – do website da Transurc ficam, em média, 1,54 minuto navegando pelo portal e acessam, em média, 2,21 páginas a cada visita. Deste tráfego, 19,4% visitam a página de Saldo do Cartão, 13,7% a de Compre Passe e 2,5% a de Localização, Vendas e Recarga.
Outro número que chama a atenção é a localização geográfica das pessoas que acessam a página: 71,2% estão em Campinas-SP, 7,9% em São Paulo-SP, 1,9% em Sorocaba-SP, 1,6% em Piracicaba-SP, 1,4% em Americana-SP e 1,2% no Rio de Janeiro-RJ.
O Transurc Mobile – também apresenta crescimento. A plataforma foi lançada em 1º de agosto de 2011 para suprir as necessidades das pessoas que acessam o website da Transurc pelo celular e já representa 2,2% do total de acessos.
“O usuário que acessar o site da Transurc por meio do celular ou tablet será redirecionado automaticamente para a versão móvel da página (m.transurc.com.br)”, completa Barddal.
Esses usuários passam, em média, 1,27 minuto navegando e visitam 1,6 página. Interessante verificar que os dois dispositivos que mais foram utilizados para acessar o Transurc Mobile até hoje foram o iPhone e o iPad, ambos da empresa norte-americana Apple.

O jornal O Coletivo receberá, nos próximos dias, um novo dispenser para distribuição nos terminais Central, Metropolitano, Ouro Verde, Barão Geraldo, Campo Grande e Mercado. “O Coletivo já era distribuído em dispensers nestes terminais, porém as peças passaram por uma reformulação e mudaram de tamanho para se adaptar ao formato do jornal”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc).
Além da mudança de tamanho, as peças foram confeccionadas em aço, material mais resistente que o acrílico usado nos anteriores. “Infelizmente tivemos alguns casos de vandalismo e depredação contra os dispensers recentemente e esse foi um dos motivos que nos levou pensar num material mais resistente para as novas versões”, completa Barddal. Vale lembrar que, durante os dias de Carnaval neste ano, dois dispensers foram completamente destruídos (foto).

As concessionárias do transporte coletivo urbano de Campinas, por intermédio da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), protocolaram ontem um pedido de reajuste para a tarifa. A planilha de custos, que aponta o valor de R$ 3,8080, foi protocolizada junto à Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), o órgão gestor do Sistema Intercamp.

De janeiro a outubro deste ano, de acordo com os cálculos realizados pelos técnicos da Transurc, o desequilíbrio econômico-financeiro do sistema ônibus foi de R$ 3,9 milhões mensais, em média. “Temos diversos fatores que contribuem para a existência desse déficit mas os principais são os constantes reajustes nos valores dos insumos que compõem a cesta do transporte, entre eles a mão-de-obra, óleo diesel, pneus, peças, acessórios, chassis e carrocerias”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.

Além disso, é importante ressaltar que cerca de 28% dos usuários que são transportados diariamente em Campinas deixam de pagar passagem, o que contribui para elevar o desequilíbrio. O número elevado de gratuidades, somadas às integrações proporcionadas pelo Bilhete Único, que permite o uso de até três ônibus no período de uma hora e meia com o pagamento de apenas uma tarifa, também impacta de forma significativa nos cálculos do preço da passagem.

Desde maio de 2006, quando foi criado o Bilhete Único, até outubro de 2012, as operadoras do transporte investiram na renovação e ampliação da frota. “A frota operacional em maio de 2006 era composta por 815 ônibus. Hoje, é de 924 veículos”, diz Barddal.

Com a ampliação da frota foi necessária a contratação de mais motoristas, cobradores, mecânicos e demais funções. E, proporcionalmente, houve mais gastos com os salários e encargos dos novos contratados, manutenção, pneus, combustível, peças, acessórios e lubrificantes, entre outros itens decorrentes do aumento da frota.

As concessionárias, desde maio de 2006 até outubro deste ano, investiram R$ 248.636.873,34 na compra de 860 novos ônibus. Hoje, a idade média da frota de Campinas é de 4,51 anos. “Temos 470 veículos adaptados ao transporte de pessoas com necessidades especiais”, argumenta Barddal. As empresas também, para cumprir as exigências contratuais, investiram mais R$ 9.373.624,43 na construção das estações de transferência.

O último reajuste de tarifa em Campinas, que ficou abaixo dos índices inflacionários, também contribuiu para ampliar o desequilíbrio. A tarifa foi reajustada em 5,26% e a inflação, de acordo com o IPCA da época, foi de 6,50%.

As concessionárias do transporte coletivo urbano de Campinas investiram, entre os meses de janeiro e setembro de 2012, mais de R$ 35 milhões na compra de 115 ônibus para renovação da frota. “Este número representa a troca de 12% da frota total existente na cidade”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc).
A aquisição mais recente foi feita no início de setembro pela VB Transportes e Turismo. A empresa investiu R$ 16,47 milhões em 61 novos ônibus zero-quilômetro, com chassi Mercedes-Benz OS 1722 e carroceria Comil Svelto. Os novos veículos são dotados de todos os elementos de acessibilidade e câmeras de monitoramento das portas e da catraca.
“Vale lembrar que, após a chegada desses 61 veículos, a cidade ultrapassou a marca de 50% de veículos totalmente acessíveis, ou seja, atualmente as concessionárias têm 476 ônibus com piso baixo ou elevadores que facilitam o embarque e desembarque de pessoas com dificuldades motoras”, ressalta o diretor.
No mês de agosto, a Itajaí Transportes Coletivos inovou trazendo 13 ônibus articulados modelo BRT, além de um articulado convencional, num investimento de R$ 9,3 milhões. Os ônibus BRT têm design arrojado, com ampla área frontal envidraçada, são completamente acessíveis, possuem câmeras nas portas e amplo salão para os usuários. Além de vários itens de segurança e conforto, contam também com televisores e sistema de internet Wi-Fi. Esses ônibus foram feitos para andar em corredores exclusivos (chamados de BRT, sigla em inglês para Bus Rapid Transit, ou Trânsito Rápido de Ônibus). Mas rodarão juntamente aos demais veículos até que os corredores sejam construídos.
Anteriormente a Expresso Campibus já havia investido R$ 10 milhões na aquisição de 40 ônibus adaptados que garantem mais conforto e segurança aos passageiros. Os veículos têm chassis Mercedes-Benz OF 1722 e carroceria Comil Svelto, dotada de elevador lateral, além de todos os elementos de acessibilidade requeridos pelo Inmetro, como piso antiderrapante e bancos com demarcação especial para idosos, gestantes, obesos e pessoas com deficiência.
Vale ressaltar que, além da frota de adaptados, as concessionárias disponibilizam para a cidade 25 vans e dois ônibus do Programa de Acessibilidade Inclusiva (PAI), que realizam o transporte gratuito de pessoas cadastradas no programa que têm dificuldades de locomoção temporária ou permanente.