A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) iniciou as obras de adaptação do novo local que receberá seu Posto de Venda no Terminal Ouro Verde. Com orçamento de R$ 70 mil, o novo local tem como principal melhoria a possibilidade de atender os usuários que estão nas plataformas do terminal e também aqueles que estão do lado de fora.

“O novo Posto de Venda resolverá o problema das pessoas que estavam fora do Terminal Ouro Verde e tinham dificuldade para conseguir adquirir créditos para o Bilhete Único”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.

O novo posto terá, também, mais espaço interno para circulação, sanitários independentes, ar-condicionado e uma pequena copa, que darão mais conforto para os colaboradores.

“Por fora, o local obedecerá ao novo padrão visual adotado pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e receberá um sistema de controle biométrico de acesso ao Hortoshopping”, completa Barddal.

Já o local que atualmente abriga o posto passará por reformas que o transformarão em fraldário e sanitário adaptado para os usuários do terminal. As obras começaram em abril e têm término previsto para junho.

A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) informa que o Expresso Bilhete Único ficará estacionado na Avenida Francisco Glicério, altura do nº 989, em frente a Catedral Metropolitana de Campinas a partir desta segunda-feira (9 de maio).

O micro-ônibus adesivado da associação permite ao usuário fazer o cadastro para o Bilhete Único Comum, a recarga e consulta desse tipo de cartão de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. Além disso, o Bilhete Único é feito na hora. Hoje, não existe qualquer tipo de burocracia para fazer o Bilhete Único Comum.

“O cadastro é realizado sem qualquer custo, a emissão do BU é feita na hora e a própria recarga, que pode ser feita com o valor que o cliente desejar, é possível em mais de 300 pontos dos Representantes Credenciados da Transurc, além dos terminais e do Poupatempo Centro”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.

O Expresso Bilhete Único foi criado pela Transurc para oferecer mais comodidade e facilidade de acesso para os usuários do transporte coletivo urbano de Campinas que ainda pagam suas viagens com dinheiro.

“É importante salientar que as pessoas que pagam a passagem em dinheiro não têm direito à integração. Estamos insistindo para aqueles que ainda não usam o Bilhete Único que passem a utilizá-lo mesmo que não usufruam da integração. Mais por uma questão de cidadania, já que notamos um aumento no número de assaltos e, se mais pessoas passarem a usar o BU, conseguiremos reduzir o principal atrativo para os assaltantes, que é o dinheiro dentro dos veículos do transporte coletivo”, completa Barddal.

Para efetuar o cadastro, o interessado precisa levar a Carteira Nacional de Habilitação ou a carteira de identidade (RG) e o CPF. Além disso, quem utiliza o Bilhete Único pode recuperar os créditos em caso de perda, roubo, furto ou inutilização do cartão. Basta entrar em contato com a Transurc pelo 0800 014 02 04, pedir o bloqueio do cartão original e solicitar a emissão de uma segunda via. O saldo do cartão antigo será automaticamente transferido para o novo.

Além das manutenções constantes às quais são submetidos todos os ônibus das empresas concessionárias do transporte coletivo urbano de Campinas, toda a frota passa por uma rígida inspeção que atesta a qualidade dos veículos.

“Os ônibus passam por uma inspeção semestral que verifica o funcionamento de todos os sistemas e, depois de aprovados, recebem um selo que garante a qualidade e possibilita o tráfego desses carros até o próximo período de inspeções”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc).

Vale ressaltar que todas as garagens têm planos de manutenção preventiva, garantindo que cara ônibus da frota da cidade passe periodicamente por revisões. “A manutenção preventiva é fundamental para evitarmos problemas futuros. Quando uma peça ou sistema é diagnosticado com algum problema, sua troca é efetuada imediatamente. Isso evita que o veículo quebre enquanto circule nas ruas e garante a segurança e a qualidade do transporte na cidade”, completa Barddal.

Biodiesel

Além da segurança dos ônibus, as empresas responsáveis pelo transporte coletivo urbano de Campinas se preocupam com a manutenção do meio ambiente. Por isso, desde o início deste ano, toda a frota da cidade é movida pelo biodiesel S-50, que emite apenas 50 partes por milhão (ppm) de enxofre (S) após a queima no motor.

“Se compararmos com o combustível utilizado anteriormente (diesel S-500), o S-50 libera 10 vezes menos enxofre na atmosfera. Num primeiro momento, a redução de material particulado emitido para a atmosfera é de 5%, mas pode chegar a 70% no futuro”, finaliza Barddal.

O material particulado é um conjunto de poluentes constituído de poeiras, fumaças e todo tipo de material sólido e líquido, que se mantêm suspensos na atmosfera por causa de seu pequeno tamanho, têm potencial de causar riscos à saúde e são responsáveis pela chuva ácida.

Jornal passa a ser impresso como um tabloide, formato mais atraente e que facilita a leitura

O jornal O Coletivo, buscando sempre inovar e tornar sua leitura cada vez mais fácil, traz mais uma mudança gráfica a partir desta edição. O formato utilizado para impressão passa a ser o tabloide, no qual cada página mede aproximadamente 33 x 28 cm, as notícias são tratadas num formato mais curto e o número de imagens e fotos costuma ser maior do que em outros formatos.

Recentemente, quando completou 100 edições publicadas, o jornal ganhou novas cores e vinhetas. Com esta reformulação, O Coletivo fica ainda mais atraente e com fácil identificação das colunas fixas e matérias abordadas.

História

Os primeiros tabloides foram desenvolvidos em Londres, na Inglaterra, e até hoje os jornais que mantêm este formato são famosos em todo o mundo, principalmente pela constante publicação de matérias escandalosas e nem sempre verídicas.

Jornais de outros países, como o alemão Bild, também adotaram o formato tabloide, considerado de fácil manipulação e mais atraente aos olhos do leitor. No Brasil, o formato é usado em jornais como o Metro e o Zero Hora.

Micro-ônibus da Transurc atenderá os moradores da região leste da cidade nos dias 2 e 9 de abril; usuários poderão efetuar o cadastro do Bilhete Único

A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) informa que o Expresso Bilhete Único atenderá os moradores da região leste de Campinas nos dias 2 e 9 de abril, das 8h às 12h. O micro-ônibus ficará em frente à sede da Administração Regional 14 (AR-14), na Praça Lunardeli (Rua 1, nº 86, bairro Jardim Carlos Gomes).

O Expresso Bilhete Único é um micro-ônibus adesivado da associação que permite ao usuário fazer o cadastro para o Bilhete Único Comum. Além disso, o cartão é feito na hora.

“O cadastro é realizado sem qualquer custo, a emissão do BU é feita na hora e a própria recarga, que pode ser feita com o valor que o cliente desejar, é possível em mais de 300 pontos da rede de Representantes Credenciados da Transurc, além dos terminais e do Poupatempo Centro”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.

Para efetuar o cadastro, o interessado precisa levar a Carteira Nacional de Habilitação ou a carteira de identidade (RG) e o CPF. Além disso, quem utiliza o Bilhete Único pode recuperar os créditos em caso de perda, roubo, furto ou inutilização do cartão. Basta entrar em contato com a Transurc pelo 0800 014 02 04, pedir o bloqueio do cartão original e solicitar a emissão de uma segunda via. O saldo do cartão antigo será automaticamente transferido para o novo.

Destruição do Ônibus Urbanos em Campinas Durante o Carnaval

Vandalismo acarretou um prejuízo de mais de R$ 230 mil às concessionárias; aumento de 65% no número de carros afetados em relação ao ano passado

Mais uma vez o Carnaval de Campinas foi marcado pelo vandalismo e pela impunidade. Entre sexta (4/3) e terça-feira (8/3) foram cometidos 66 crimes de depredação em ônibus, que tiveram bancos arrancados, vidros quebrados, pichações, parte elétrica danificada, janelas de emergência e alçapões arrancados, além de tetos quebrados e até validadores arrancados. “O prejuízo ultrapassa os R$ 230 mil, valor quase suficiente para a compra de um ônibus zero quilômetro”, ressaltou Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc).

As concessionárias VB Transporte e Turismo, Expresso Campibus, Itajaí Transportes Coletivos e Onicamp Transporte Coletivo, todas associadas à Transurc, disponibilizaram estes ônibus para a Operação Carnaval, que consiste em fazer o transporte dos foliões durante a madrugada. “O aumento do número de ônibus danificados foi assustador, uma vez que houve um crescimento de 65% em relação aos 40 ônibus atacados no ano passado”, explicou Barddal.

A região mais afetada, assim como nos anos anteriores, foi a do Ouro Verde. A VB Transportes e Turismo, concessionária que opera naquela região, teve 41 carros depredados. “Infelizmente essa não é a primeira vez que o transporte coletivo urbano de Campinas sofre com o vandalismo no período do Carnaval. A Transurc e as empresas concessionárias têm uma campanha contínua contra este tipo de ato, mas alguns vândalos parecem se sentir bem agindo desta forma”, relembrou o diretor.

Desrespeito com a comunidade

O vandalismo também acaba mexendo com o bolso do passageiro, pois o cálculo da tarifa no transporte urbano inclui os gastos com as reformas. “Enquanto as autoridades não tomarem atitudes preventivas e corretivas, os cidadãos de bem vão continuar a sofrer consequências dos atos irresponsáveis de alguns deliquentes. Vale lembrar que o valor da passagem é calculado de acordo com o número de passageiros transportados, mais o volume do subsídio a estudantes, idosos e outros benefícios à população. Se não existissem os gastos com vandalismo, haveria um impacto menor nos reajustes de tarifas”, completou Barddal.

A Transurc ressalta que esse balanço é referente apenas aos veículos das concessionárias que são suas associadas e que não possui os dados referentes aos veículos dos permissionários (alternativos) que se reúnem hoje em cooperativas.

Desrespeito com o trabalhador

Para atender os foliões, as concessionárias tiveram que manter dezenas de trabalhadores, entre eles motoristas, cobradores, mecânicos, fiscais, pessoal da limpeza, eletricistas, funileiros, controladores de tráfego, entre outros durante o período de Carnaval. “São pessoas que se revezam 24 horas por dia para manter o serviço e também para arrumar os ônibus para que todos os veículos estejam à disposição da população usuária na Quarta-Feira de Cinzas. Esse tipo de ação contra o patrimônio, tipificado como crime pela nossa legislação, é vergonhoso para Campinas, uma cidade cantada em verso e prosa pela sua pujança. Os vândalos não ganham absolutamente nada com isso, mas continuam agindo, quase sempre nos mesmos lugares, devido à impunidade”, finalizou Barddal.