A campanha do Agasalho 2019, que iniciou no dia 22 de abril e vai até 19 de julho, completou hoje a primeira fase de entregas, com a doação de 804 peças para a AMIC Campo belo.

Desde o dia 9 de maio, foram feitas as doações para as cinco primeiras entidades assistenciais de Campinas, indicadas pela Feac: Casa da Cidadania no dia 9, Cornélia (SOS Rua) e Lar Alice, no dia 16, Casa Maria de Nazaré (unidade II Casa Betel) no dia 22 e AMIC Campo Belo, hoje, dia 24. Foram entregues 3.866 peças, entre cobertores, roupas e sapatos.

A campanha “Aqueça uma vida” conta com o apoio da Fundação Feac e das emissoras de rádio Cidade FM e Laser FM. É organizada pela Transurc e pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas (SetCamp).

As concessionárias do transporte urbano de Campinas VB1, VB3, Onicamp, Expresso Campibus, Pádova e Itajaí, assim como empresas do setor que atuam na RMC, como a Rápido Luxo Campinas e Monte Mor, VB Transportes e Turismo, Rápido Sumaré, West Side, Ouro Verde, Transportes Capellini, Lirabus, Viação Avante, Viação Itu e Viação Boa Vista, participam da ação.

Empresas de Sousas, como a Padaria Ricco Pane, a Academia SCM – Saúde Corpo e Mente e o Posto de Combustíveis Mingatto, assim como o Condomínio Residencial Jaguari, além dos colégios Renovatus (Vila Industrial), Inovar (Parque Industrial), Básico de Campinas (Chapadão), Escola de Inglês Red Balloon (Taquaral), e o Colégio Integral (4 unidades), também entraram na campanha deste ano.

No ano passado, foram beneficiadas 21 instituições assistenciais de Campinas com quase 16 mil peças de roupas e cobertores doados.

Pontos de coleta

Os donativos podem ser entregues no ônibus com o adesivo da campanha, estacionado no Largo do Rosário, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, e aos sábados, das 8 às 13 horas.

Outros pontos de entrega são os terminais Central, Ouro Verde, Campo Grande, Mercado, Barão Geraldo, Metropolitano e sedes da Transurc e da Feac.

Entidades beneficiadas

A Casa da Cidadania, na Vila Industrial, atende a população migrante, itinerante e em situação de rua de Campinas. Os objetivos são fazer a reinserção social e familiar e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos atendidos. No local, as pessoas podem tomar banho, participar de atividades em grupo e de socialização, além de atendimento social.

A Associação Cornélia (SOS Rua) atende pessoas em situação de rua, maiores de 18 anos. Oferece encaminhamentos para os diversos serviços da rede de política pública do município. Tem capacidade mensal de atender 600 usuários por mês, sendo até 800 pessoas nos meses mais frios (de maio a setembro).

O Lar Alice, no bairro São Bernardo, é uma entidade de longa permanência para idosas. Oferece assistência integral à mulher na terceira idade por meio de atividades que melhoram a qualidade de vida física, mental, emocional e espiritual.  Atende 30 idosas em período integral.

A Casa Maria de Nazaré (unidade II Casa Betel) é um abrigo provisório que funciona 24 horas, no bairro Guanabara, onde acolhe crianças e adolescentes que encontram-se em situação de vulnerabilidade social, risco social e pessoal, violadas dos seus direitos, não infratores, não portadores de necessidades especiais física ou mental ou que necessitem de atendimento especializado e individualizado.

A AMIC Campo Belo desenvolve ações sociais junto à população em situação de risco social, na sua maioria localizada abaixo da linha da pobreza. A entidade localizada no Jardim Campo Belo acolhe, ampara e orienta os atendidos, capacitando-os para o desenvolvimento integral, dessa forma, contribuir para prevenir a marginalidade.

A Casa da Cidadania é a primeira instituição beneficiada pela Campanha do Agasalho “Aqueça uma Vida”, organizada pela Transurc e pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas (SetCamp). A entidade recebeu hoje a doação de 794 peças, que vão tornar mais quente o inverno dos homens e mulheres atendidos diariamente no local.

A Casa da Cidadania, localizada na rua Francisco Theodoro, 138, na Vila Industrial, atende a população migrante, itinerante e em situação de rua de Campinas. Os objetivos são fazer a reinserção social e familiar e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos atendidos. No local, eles podem tomar banho e participar de atividades em grupo e de socialização, além de atendimento social.

Os usuários podem ir até o local apenas para tomar banho e jantar, ou ainda participar de diversas atividades como oficinas de saúde, cidadania, jogos, filmes etc. As refeições são servidas diariamente por voluntários, e chegam a quase 120 por noite durante a semana ou a cerca de 200 aos domingos. Em abril, a casa registrou 1.462 acolhimentos. As roupas doadas são destinadas diretamente aos atendidos.

Campanha Aqueça uma Vida

A campanha do Agasalho 2019, que iniciou no dia 22 de abril e vai até 19 de julho, conta com o apoio da Fundação Feac e das emissoras de rádio Cidade FM e Laser FM.

As concessionárias do transporte urbano de Campinas VB1, VB3, Onicamp, Expresso Campibus, Pádova e Itajaí, assim como empresas do setor que atuam na RMC, como a Rápido Luxo Campinas e Monte Mor, VB Transportes e Turismo, Rápido Sumaré, West Side, Ouro Verde, Transportes Capellini, Lirabus, Viação Avante, Viação Itu e Viação Boa Vista, participam da ação.

Empresas de Sousas, como a Padaria Ricco Pane, a Academia SCM – Saúde Corpo e Mente e o Posto de Combustíveis Mingatto, assim como o Condomínio Residencial Jaguari, além dos colégios Renovatus (Vila Industrial), Inovar (Parque Industrial), Básico de Campinas (Chapadão) e o Colégio Integral também entraram na campanha deste ano.

No ano passado, foram beneficiadas 21 instituições assistenciais de Campinas com quase 16 mil peças de roupas e cobertores doados.

Pontos de coleta

Os donativos podem ser entregues no ônibus com o adesivo da campanha, estacionado no Largo do Rosário, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, e aos sábados, das 8 às 13 horas.

Outros pontos de entrega são os terminais Central, Ouro Verde, Campo Grande, Mercado, Barão Geraldo, Metropolitano e sedes da Transurc e da Feac.

Neste sábado (04 de maio), a Itajaí Transportes Coletivos, concessionária que atende a região do Campo Grande (ônibus de cor vermelha), fez a apresentação de 16 ônibus zero-quilômetro que irão transportar a população. Os veículos saíram às 9h30 em carreata da garagem da Itajaí, passaram pelos terminais Campo Grande e Itajaí, e seguiram pelas ruas de bairros da região.

As novas aquisições incluem quatro ônibus articulados, que atenderão a linha 2.12 – Terminal Itajaí, quatro Padron normal, quatro Padron de 15 metros e quatro elétricos, que atenderão as linhas 2.13 -Terminal Itajaí e a 2.20 – Terminal Campo Grande. As três linhas transportam juntas mais de 17 mil passageiros por dia.

Os veículos recém-adquiridos renovam a frota da empresa, que possui 100 ônibus, e trazem mais conforto aos usuários e motoristas. Treze dos 16 ônibus são equipados com entradas USB para carregamento de celulares e seis deles têm ar-condicionado.

Os sites Diário do Transporte e Ônibus de Campinas (ODC); empresas como a Padaria Ricco Pane e Posto Mingatto; Colégios Inovar, Básico e Renovatus; e até o Condomínio Jaguari, engrossam a campanha deste ano

A Campanha do Agasalho 2019 “Aqueça uma Vida” nem bem começou e já ganhou diversas parcerias importantes para ajudar na arrecadação deste ano: é o caso da Padaria Ricco Pane (Sousas), do Condomínio Residencial Jaguari (Sousas), da Academia SCM – Saúde Corpo e Mente (Sousas), do Posto de Combustíveis Mingatto (Sousas) e dos sites Diário do Transporte e Ônibus de Campinas (ODC). Os colégios, Renovatus (Vila Industrial), Inovar (Parque Industrial) e Básico de Campinas (Chapadão) também entraram na campanha deste ano e vão recolher doações junto aos pais, alunos e funcionários.

Todos se unem à tradicional campanha realizada pela Transurc e pelo SetCamp, com o apoio da Fundação Feac e das emissoras de rádio Cidade FM e Laser FM, para aumentar a arrecadação e ajudar mais entidades beneficentes da cidade. No ano passado a campanha beneficiou 21 instituições assistenciais de Campinas com quase 16 mil peças de roupas e cobertores doados.

Nesta segunda, chegou ao Largo do Rosário o ônibus adesivado da campanha, que ficará estacionado diariamente, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, e aos sábados, das 8 às 13 horas, até o dia 19 de julho, para recolher as doações de agasalhos e cobertores vindas da população.

As concessionárias do transporte urbano de Campinas VB1, VB3, Onicamp, Expresso Campibus, Pádova e Itajaí, assim como empresas do setor que atuam na Região Metropolitana de Campinas, como a Rápido Luxo Campinas, VB Transportes e Turismo, Rápido Sumaré, West Side, Ouro Verde, Transportes Capellini, Lirabus e Viação Boa Vista, participam da ação.

Pontos de coleta

As caixas de arrecadação ao público externo foram colocadas dentro do ônibus da campanha, no Largo do Rosário, nos terminais Central, Ouro Verde, Campo Grande, Mercado, Barão Geraldo, Metropolitano, sedes da Transurc e da Feac. Foram colocadas caixas também nas garagens das concessionárias do transporte urbano e nas empresas que ficam na RMC, mas essas são destinadas à arrecadação interna (colaboradores).

O custo de manutenção das concessionárias do transporte coletivo urbano de Campinas aumentou 26,5% após o início das obras do BRT (Bus Rapid Transit). A informação é do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas (SetCamp). “Após o início das obras, as empresas passaram a fazer mais manutenção corretiva, o número de socorros aumentou e os custos gerais com as carrocerias também cresceram”, diz Paulo Barddal, diretor de Comunicação do sindicato.

Todos os problemas foram provocados pelas condições precárias do viário, desvios de trânsito, estreitamento de pistas em avenidas de grande fluxo, como a John Boyd Dunlop, Amoreiras e Ruy Rodrigues. Agora, os ônibus ficam mais tempo presos aos congestionamentos, o que reflete diretamente no consumo de diesel.

Antes das obras, as empresas faziam uma intervenção de manutenção, seja mecânica ou elétrica, a cada 3.712 quilômetros rodados, em

média. Hoje, fazem uma intervenção a cada 2.322 quilômetros. O custo de manutenção (somente com peças, sem considerar a mão-de-obra) era de R$ 0,49 o quilômetro rodado no ano passado e, agora, passou para R$ 0,62, ou seja, houve um aumento real de 26,5%. Dentro dos itens afetados, o que mais cresceu foram os ligados ao custo da carroceria que são, basicamente, a suspensão (molas, bolsas de ar, rodas e pneus), lataria e articulação.

Em contrapartida ao aumento real nos custos de manutenção, o sistema vive um cenário de redução no número de passageiros econômicos (usuários que pagam a tarifa), um elevado número de gratuidades, hoje, de cerca de 40,4%. Nos três primeiros meses deste ano, 17.958.162 passageiros pagaram passagens contra 19.357.189, no mesmo período do ano passado. A queda média é de 7,23%.

Coleta de roupas, calçados e cobertores será realizada de 22 de abril a 19 de julho; doações serão destinadas às instituições ligadas à Fundação FEAC

A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas (SetCamp), com o apoio da Fundação Feac e das emissoras de rádio Cidade FM e Laser FM, lançam no dia 22 de abril a Campanha do Agasalho 2019. Este ano, o slogan da campanha é “Aqueça uma Vida”.

“A campanha é bastante tradicional na cidade e tem a participação das concessionárias do transporte público urbano de Campinas e da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Tanto o apoio da Feac quanto o das rádios Cidade e Laser é imprescindível para a realização da ação beneficente”, diz o diretor de Comunicação e Marketing da Transurc e do SetCamp, Paulo Barddal.

No ano passado, a campanha beneficiou 21 instituições assistenciais de Campinas com quase 16 mil peças de roupas e cobertores doados. A campanha deste ano será realizada até o dia 19 de julho. “As emissoras do nosso grupo sempre deram apoio a esse tipo de iniciativa e pretendemos, juntos, conseguir uma arrecadação ainda maior que a do ano passado. Dessa forma, conseguiremos ajudar mais entidades assistenciais”, enfatiza Pedro Vecchia, gerente comercial das emissoras.

As concessionárias do transporte urbano de Campinas VB1, VB3, Onicamp, Expresso Campibus, Pádova e Itajaí, assim como empresas do setor que atuam na Região Metropolitana de Campinas, como a Rápido Luxo Campinas, VB Transportes e Turismo, Rápido Sumaré, West Side, Ouro Verde, Transportes Capellini, Lirabus e Viação Boa Vista, participarão da ação.

Os donativos podem ser entregues no ônibus da campanha, que estará estacionado diariamente no Largo do Rosário, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, e aos sábados, das 8 às 13 horas. Outros pontos de entrega das doações são os terminais de ônibus Central, Ouro Verde, Campo Grande, Mercado, Barão Geraldo e Metropolitano, as garagens das concessionárias e ainda as sedes da Transurc e da Feac.

“Qualquer pessoa pode participar e sentir o prazer de poder contribuir para que outras pessoas alcancem o bem-estar, já que o frio traz desconforto, adoece e pode até matar. Mas é importante lembrar que as roupas, sapatos, agasalhos e cobertores doados devem estar em bom estado de conservação para aquecer quem precisa”, enfatiza Marcela Doni, da Fundação Feac.

Para divulgar a iniciativa, o ônibus que permanecerá até o final da ação, estacionado no Largo do Rosário, foi todo adesivado com a identidade visual da campanha. Além disso, nos próximos meses haverá também anúncios em jornais, divulgação em sites e redes sociais das instituições parceiras, cartazes em ônibus e 20 painéis instalados nos vidros traseiros dos ônibus (busdoors).

Pontos de coleta

As caixas de arrecadação ao público externo serão colocadas dentro do ônibus da campanha, no Largo do Rosário, nos terminais Central, Ouro Verde, Campo Grande, Mercado, Barão Geraldo, Metropolitano, sedes da Transurc e da Feac. Serão colocadas caixas também nas garagens das concessionárias do transporte urbano e nas empresas que ficam na RMC, mas essas serão destinadas à arrecadação interna (colaboradores).

Entidades beneficiadas

As cinco primeiras entidades a serem beneficiadas são a Casa da Cidadania, Cornélia (SOS Rua), Lar Alice, Casa Betel e AMIC Campo Belo.

A Casa da Cidadania, na Vila Industrial, atende a população migrante, itinerante e em situação de rua de Campinas. Os objetivos são fazer a reinserção social e familiar e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos atendidos. No local, as pessoas podem tomar banho, participar de atividades em grupo e de socialização, além de atendimento social.

A Associação Cornélia (SOS Rua) atende pessoas em situação de rua, maiores de 18 anos. Oferece encaminhamentos para os diversos serviços da rede de política pública do município. Tem capacidade mensal de atender 600 usuários por mês, sendo até 800 pessoas nos meses mais frios (de maio a setembro).

O Lar Alice, no bairro São Bernardo, é uma entidade de longa permanência para idosas. Oferece assistência integral à mulher na terceira idade por meio de atividades que melhoram a qualidade de vida física, mental, emocional e espiritual.  Atende 30 idosas em período integral.

A Casa Betel é um abrigo provisório que funciona 24 horas, no bairro Guanabara, onde acolhe crianças e adolescentes que encontram-se em situação de vulnerabilidade social, risco social e pessoal, violadas dos seus direitos, não infratores, não portadores de necessidades especiais física ou mental ou que necessitem de atendimento especializado e individualizado.

A AMIC Campo Belo desenvolve ações sociais junto à população em situação de risco social, na sua maioria localizada abaixo da linha da pobreza. A entidade localizada no Jardim Campo Belo acolhe, ampara e orienta os atendidos, capacitando-os para o desenvolvimento integral, dessa forma, contribuir para prevenir a marginalidade.

O Programa Escolas nas Garagens já está com a agenda lotada para o período da manhã, para todo o primeiro semestre deste ano. Para o período da tarde ainda restam algumas vagas.

A Transurc e as concessionárias de transporte público de Campinas desenvolvem desde 2004 o Programa Escolas nas Garagens, que é dirigido a alunos do 5° ano do Ensino Fundamental. Já foram atendidas, desde o início, mais de 132 mil crianças das principais escolas públicas de Campinas.

O objetivo é promover cidadania. Nos passeios, as crianças aprendem a respeitar o meio ambiente e a valorizar o transporte público. Entre as ações promovidas pelo Escolas nas Garagens estão uma peça de teatro e o Concurso de Pintura do mascote Businho, como forma de valorizar entre as crianças o apreço e respeito ao patrimônio público.

As crianças visitam a região central e aprendem sobre a história da cidade, conhecem o maestro Carlos Gomes e visitam uma garagem de ônibus, onde conhecem o seu funcionamento e todo o processo de manutenção dos veículos. Ao fim do passeio, no retorno à escola, elas recebem um kit escolar com caneta, régua, adesivos e cadernos.

No Concurso de Pintura do Businho, o autor do melhor trabalho do mês ganha, para ele e para a família, um passeio na maria-fumaça até Jaguariúna, cortesia da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), parceira do programa. Outra parceira é a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec).

No ano passado, participaram 5.898 crianças de 68 escolas de Campinas. As escolas interessadas em participar devem entrar em contato com a Diretoria de Comunicação da Transurc pelo telefone 3731-2643.

Para participar, é preciso enviar a lista de alunos, com autorizações dos pais ou responsáveis, e os nomes dos acompanhantes (um para cada grupo de 15 crianças).

Para quem utiliza o transporte coletivo com frequência, a melhor opção para o pagamento da tarifa é o Bilhete Único, por conta das vantagens que ele oferece. Com o cartão comum, a passagem custa R$ 4,30, ao passo que, no pagamento pelo QR Code, o valor é de R$ 4,70. Além disso, o BU proporciona a integração, ou seja, o uso de um segundo ônibus por um período de duas horas, pagando uma tarifa. Apenas a partir da segunda integração nesse período (embarque no terceiro ônibus) é que será cobrado o valor de R$ 0,40, benefício válido para todos os dias da semana.

O Bilhete Único Comum é gratuito e pode ser feito por qualquer pessoa, mesmo não residente em Campinas, com a apresentação de CPF e RG. A emissão do cartão é feita na sede da Transurc (Rua 11 de Agosto, 757, com atendimento de segunda a sexta, das 7h30 às 18h), nos terminais e nos 20 credenciados que podem ser conferidos no site da Transurc.

O QR Code é um código de barras bidimensional, impresso em papel ou na tela do seu smartphone, que armazena dados e caracteres. Ele tem a codificação da tarifa e substitui o dinheiro no pagamento da passagem. É um sistema prático e seguro.

Em papel, o tíquete QR Code pode ser adquirido nos terminais de ônibus, Poupatempo Centro, Poupatempo Campinas Shopping, sede da Transurc e em cerca de 300 estabelecimentos credenciados, que podem ser consultados no site da Transurc.

Além disso, é possível adquirir o QR Code virtual pelo celular, pagando com cartão de crédito, com disponibilidade 24 horas por dia. Basta instalar o aplicativo Transurc Smart, disponível nos sistemas Android e iOS.

O QR Code tem custo de R$ 4,70 e não proporciona a integração, sendo indicado principalmente para quem utiliza ônibus eventualmente, já que o BU ainda é o sistema mais econômico por suas inúmeras vantagens (confira na página 5). A validade do QR Code é de 30 dias, contados a partir da data da emissão, sem a possibilidade de reembolso.

Para liberar a catraca com o QR Code, o usuário deve aproximar o tíquete de papel, ou o código gerado na tela do celular, da base do validador. Vale lembrar que o papel com o QR Code não pode estar danificado, pois não será lido pelo leitor do validador.

Para mais informações, a população conta com o canal de atendimento da Transurc, pelo telefone 0800 014 02 04,

Para quem utiliza o transporte coletivo com frequência, a melhor opção para o pagamento da tarifa é o Bilhete Único, por conta das vantagens que ele oferece. Com o cartão comum, a passagem custa R$ 4,30, ao passo que, no pagamento pelo QR Code, o valor é de R$ 4,70. Além disso, o BU proporciona a integração, ou seja, o uso de um segundo ônibus por um período de duas horas, pagando uma tarifa. Apenas a partir da segunda integração nesse período (embarque no terceiro ônibus) é que será cobrado o valor de R$ 0,40, benefício válido para todos os dias da semana.

O Bilhete Único Comum é gratuito e pode ser feito por qualquer pessoa, mesmo não residente em Campinas, com a apresentação de CPF e RG. A emissão do cartão é feita na sede da Transurc (Rua 11 de Agosto, 757, com atendimento de segunda a sexta, das 7h30 às 18h), nos terminais e nos 20 credenciados que podem ser conferidos no site da Transurc: www.transurc.com.br.

O QR Code é um código de barras bidimensional, impresso em papel ou na tela do seu smartphone, que armazena dados e caracteres. Ele tem a codificação da tarifa e substitui o dinheiro no pagamento da passagem. É um sistema prático e seguro.

Em papel, o tíquete QR Code pode ser adquirido nos terminais de ônibus, Poupatempo Centro, Poupatempo Campinas Shopping, sede da Transurc e em cerca de 300 estabelecimentos credenciados, que podem ser consultados no site da Transurc.

Além disso, é possível adquirir o QR Code virtual pelo celular, pagando com cartão de crédito, com disponibilidade 24 horas por dia. Basta instalar o aplicativo Transurc Smart, disponível nos sistemas Android e iOS.

O QR Code tem custo de R$ 4,70 e não proporciona a integração, sendo indicado principalmente para quem utiliza ônibus eventualmente, já que o BU ainda é o sistema mais econômico por suas inúmeras vantagens (confira na página 5). A validade do QR Code é de 30 dias, contados a partir da data da emissão, sem a possibilidade de reembolso.

Para liberar a catraca com o QR Code, o usuário deve aproximar o tíquete de papel, ou o código gerado na tela do celular, da base do validador. Vale lembrar que o papel com o QR Code não pode estar danificado, pois não será lido pelo leitor do validador.

Para mais informações, a população conta com o canal de atendimento da Transurc, pelo telefone 0800 014 02 04 (telefone fixo ou orelhão) ou o 4003-6578 (celular); e com o Fale Conosco Emdec 118.

 

A introdução do QR Code como forma opcional de pagamento para as viagens feitas no transporte coletivo urbano de Campinas começa a dar resultados positivos. Em 19 de janeiro, os ônibus da cidade, por uma determinação da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), o órgão gestor do transporte e trânsito em nossa cidade, deixaram de aceitar o dinheiro como forma de pagamento.

A partir dessa data, as viagens podem ser realizadas com o QR Code, que hoje responde por apenas 1% do total, ou por um dos cartões da família Bilhete Único, responsável pela grande maioria do pagamento. Em fevereiro, conforme era previsto, não foi registrado nenhum assalto dentro dos veículos do setor.

A premissa de um aumento real na segurança, além de também contribuir para que os motoristas se dediquem somente à direção, foi alcançada com essa iniciativa. A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), entidade mantida pela iniciativa privada e responsável pelo sistema de bilhetagem eletrônica, sempre foi enfática ao afirmar que, com o fim do dinheiro dentro dos ônibus e, consequentemente, com o fim dos assaltos, as autoridades policiais poderiam se dedicar e concentrar esforços para solucionar crimes em outros setores que não fosse o transporte coletivo.

A medida, no início criticada por alguns, tem se mostrado eficiente no quesito segurança. Tanto o QR Code quanto o Bilhete Único Comum podem ser adquiridos por qualquer pessoa, independente de ser moradora na cidade ou não. O QR Code pode ser comprado em mais de 300 pontos credenciados em Campinas ou, então, ser acessado por meio do app Transurc Smart de qualquer lugar do Brasil e a qualquer hora.

O Bilhete Único Comum, preferido pela maioria dos usuários do transporte, tem como destaque a economia, pois oferece desconto na tarifa e, ainda, permite a integração temporária. A princípio, o QR Code foi criado com o intuito de atender os usuários eventuais e as pessoas que estão de passagem ou fazendo turismo em Campinas.

A evolução tecnológica está cada vez mais rápida e a Transurc tem, ao longo da sua história, procurado se manter sempre atualizada. Alguns poucos usuários do transporte devem se lembrar do passe em papel, impresso em gráfica especializada, que depois evoluiu para as fichas plásticas magnetizadas, o cartão com banda magnética, o cartão inteligente com chip (smart card) e, agora, o QR Code, que é um código bidimensional de última geração.

E, ao longo do tempo, a Transurc tem se mantido à frente e adotado iniciativas pioneiras para o setor de transporte coletivo urbano no que se refere à bilhetagem. E, como se tornou referência em soluções para o setor, tem recebido diversas visitas técnicas de delegações estrangeiras provenientes da África, América Latina e de diversas cidades brasileiras de grande porte.

 

O transporte coletivo de Campinas está mais seguro com o fim do recebimento de passagens em dinheiro dentro dos ônibus, como já era esperado. Segundo a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), responsável por gerenciar o transporte público da cidade, durante o mês de fevereiro até a primeira quinzena de março, não houve nenhum caso de assalto nos ônibus da cidade.

Desde 19 de janeiro deste ano, o pagamento das passagens nos ônibus de Campinas só pode ser feito com o uso do QR Code ou com o Bilhete Único. A mudança deixou o transporte público menos vulnerável aos assaltos. “Um dos benefícios incontestáveis da retirada do dinheiro dos ônibus foi a implantação do QR Code atrelada ao uso do Bilhete Único, possibilitando que não tivéssemos nenhum assalto desde fevereiro até hoje”, enfatiza Carlos José Barreiro, secretário municipal de Transportes e presidente da Emdec.

Com a mudança na forma de pagamento das passagens, 99% das pessoas que passam pelas catracas dos ônibus em Campinas, passaram a utilizar o Bilhete Único. Apenas 1% utiliza o QR Code para o pagamento, seja por papel ou pelo aplicativo.