A tarifa do Sistema InterCamp é de R$ 3,00 a partir de hoje, dia 24 de junho, por decisão unilateral tomada pelo prefeito Jonas Donizette. Com isso, o passe escolar foi reduzido de R$ 1,32 para R$ 1,20. O valor da passagem das linhas Circular – Centro e Linhão da Saúde (5.01 e 5.02) também caiu de R$ 2,20 para R$ 2,00, no pagamento com o Bilhete Único. O uso do passe escolar nas duas linhas passou de R$ 0,88 para R$ 0,80.

O valor da passagem era de R$ 3,30 desde dezembro do ano passado e passaria para R$ 3,20 neste dia 30, sob a alegação da desoneração do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para as empresas de transporte coletivo urbano. Depois que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e o governador Geraldo Alckmin, após enfrentarem uma série de manifestações em São Paulo, anunciaram a redução das tarifas de diversos modais de transporte de massa na última quarta-feira. No mesmo dia, algumas horas depois, Jonas Donizette anunciou a redução em Campinas, cidade que tem realidade diferente da de São Paulo.

A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), organização mantida pela iniciativa privada e que tem como associadas as concessionárias VB Transportes e Turismo, Itajaí Transportes Coletivos, Onicamp Transporte Coletivo, Expresso Campibus e a Coletivos Pádova, reitera a sua posição e espera que a Prefeitura de Campinas tenha a mesma agilidade para tomar medidas concretas que tragam o reequilíbrio econômico-financeiro ao contrato de concessão.

O subsídio previsto para custear a tarifa no município de São Paulo é de R$ 1,25 bilhão, neste ano. Já em Campinas, atualmente o valor anual destinado ao pagamento parcial das gratuidades do Sistema InterCamp, composto pelas concessionárias e pelos permissionários, hoje representados por cooperativas, não atinge os R$ 36 milhões. E, desse montante, as concessionárias recebem cerca de R$ 25,5 milhões, enquanto o restante é compartilhado entre as cooperativas e o PAI Serviço, um programa que transporta gratuitamente porta-a-porta milhares de usuários portadores de deficiências. Para manter o Sistema InterCamp equilibrado será necessário um subsídio de, pelo menos, R$ 100 milhões ao ano em Campinas.

A Transurc e as concessionárias também pleiteam que o governo municipal desonere os tributos e taxas que incidem sobre o transporte urbano. Hoje, as empresas recolhem 2% de ISSQN (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) e mais 2% a título de Taxa de Gerenciamento. Além disso, as operadoras também pedem ao prefeito Jonas Donizette trabalhe pela redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), hoje de 17%, que incide sobre o óleo diesel, importante insumo na composição dos custos. As concessionárias querem celeridade na retomada dos estudos e implantação de algumas medidas importantíssimas para que o transporte coletivo tenha prioridade em Campinas.

Algumas medidas que já foram discutidas com a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), o órgão gestor do transporte e trânsito no município, nesta e em gestões anteriores, precisam ser implantadas o mais rápido possível para que haja o aumento na velocidade comercial dos veículos utilizados diariamente por mais de 600 mil passageiros. Entre as medidas estão a criação de faixas exclusivas, o fim das linhas diametrais (muito longas e operacionalmente caras), retirada de lombadas dos itinerários, inversão de faixas em ruas e avenidas de grande fluxo nos horários de pico e a implantação de corredores dedicados aos ônibus. Hoje, o custo do Sistema InterCamp também se torna elevado porque os veículos do transporte coletivo ficam presos em congestionamentos, junto aos demais veículos particulares, de carga e motocicletas.

Se o Sistema InterCamp tiver uma velocidade média maior, com certeza, aumentará a atratividade para mais passageiros o que, em última instância, acabaria ajudando ainda mais na redução dos custos. Afinal, o valor de uma tarifa é calculado levando-se em consideração o custo total do sistema, dividido pelo número de usuários que pagam a passagem.
Apenas no subsistema operado pelas concessionárias, o número de passageiros econômicos (os que pagam passagem) é de 8.709.093 por mês.

Na sexta-feira, mais dois ônibus do Consório UrbCamp foram depredados e, agora, o número total chega a 14 veículos das concessionárias VB Transportes e Turismo, do Consórcio UrbCamp e da Onicamp Transporte Coletivo atacados. Os ataques foram realizados durante as manifestações que ocorreram em Campinas na quinta e na sexta-feira. Treze desses veículos, tipo convencional, tiveram para-brisas dianteiros e traseiros quebrados, vidros laterais e de janelas foram apedrejados. Um ônibus articulado também teve vidros quebrados, a janela de emergência e bancos arrancados.

A VB, que opera na área 1, teve quatro veículos quebrados, entre os quais o articulado. A Onicamp, que opera na área 4, teve cinco ônibus depredados. O Consórcio UrbCamp, que opera na área 3, teve cinco veículos vandalizados. O prejuízo calculado pelas empresas é de cerca de R$ 31 mil.

Dezessete câmeras que ficam no interior dos ônibus da VB também foram arrancadas por vândalos, causando mais R$ 8,5 mil de prejuízo. A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) e as concessionárias repudiam todo e qualquer ato de violência e vandalismo.

(atualizada às 11h26)

Doze veículos das concessionárias VB Transportes e Turismo, do Consórcio UrbCamp e da Onicamp Transporte Coletivo foram atacados ontem por vândalos, durante as manifestações que ocorreram em Campinas. Onze desses veículos, tipo convencional, tiveram para-brisas dianteiros e traseiros quebrados, vidros laterais e de janelas foram apedrejados. Um ônibus articulado também teve vidros quebrados, a janela de emergência e bancos arrancados.

A VB, que opera na área 1, teve quatro veículos quebrados, entre os quais o articulado. A Onicamp, que opera na área 4, teve cinco ônibus depredados. O Consórcio UrbCamp, que opera na área 3, teve três veículos vandalizados. O prejuízo calculado pelas empresas é de cerca de R$ 30 mil.

Dezessete câmeras que ficam no interior dos ônibus da VB também foram arrancadas por vândalos, causando mais R$ 8.500 de prejuízo. A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) e as concessionárias repudiam todo e qualquer ato de violência e vandalismo.

(atualizada às 10h26)

Doze veículos das concessionárias VB Transportes e Turismo, do Consórcio UrbCamp e da Onicamp Transporte Coletivo foram atacados ontem por vândalos, durante as manifestações que ocorreram em Campinas. Onze desses veículos, tipo convencional, tiveram para-brisas dianteiros e traseiros quebrados, vidros laterais e de janelas foram apedrejados. Um ônibus articulado também teve vidros quebrados, a janela de emergência e bancos arrancados.

A VB, que opera na área 1, teve quatro veículos quebrados, entre os quais o articulado. A Onicamp, que opera na área 4, teve cinco ônibus depredados. O Consórcio UrbCamp, que opera na área 3, teve três veículos vandalizados. O prejuízo calculado pelas empresas é de cerca de R$ 30 mil.

Diversas câmeras que ficam no interior dos ônibus da VB também foram arrancadas por vândalos. A empresa ainda contabiliza mais esse prejuízo e tão logo tenha a quantidade, faremos um balanço final. A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) e as concessionárias repudiam todo e qualquer ato de violência e vandalismo.

Doze veículos das concessionárias VB Transportes e Turismo, do Consórcio UrbCamp e da Onicamp Transporte Coletivo foram atacados ontem por vândalos, durante as manifestações que ocorreram em Campinas. Onze desses veículos, tipo convencional, tiveram para-brisas dianteiros e traseiros quebrados, vidros laterais e de janelas foram apedrejados. Um ônibus articulado também teve vidros quebrados, a janela de emergência e bancos arrancados.

A VB, que opera na área 1, teve quatro veículos quebrados, entre os quais o articulado. A Onicamp, que opera na área 4, teve cinco ônibus depredados. O Consórcio UrbCamp, que opera na área 3, teve três veículos vandalizados. O prejuízo calculado pelas empresas é de cerca de R$ 30 mil. A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) e as concessionárias repudiam todo e qualquer ato de violência e vandalismo.

As concessionárias do transporte público de Campinas sempre têm vagas abertas para quem está disposto a trabalhar. Além da estabilidade e das oportunidades de crescimento, as empresas oferecem diversos benefícios: vale-refeição, cesta básica, assistência médica, assistência odontológica e transporte gratuito.

As quatro garagens com vagas estão distribuídas pela cidade e o ideal é que o candidato more próximo da empresa em que deseja trabalhar, por causa da disponibilidade total de horário.

Para o cargo de motorista é exigido CNH D ou E, curso de transporte de passageiros atualizado, experiência em CTPS de seis meses a um ano na direção de veículos de grande porte e estudo até a 4ª série do Ensino Fundamental.

Já para cobradores não é necessário ter experiência, mas é preciso ter, pelo menos, Ensino Fundamental completo.

Para as vagas específicas, como mecânico, eletricista, borracheiro, tapeceiro, etc., é preciso ter experiência mínima de seis meses na área.

Dentro das empresas os funcionários têm oportunidade de crescer na carreira, pois o investimento na formação e na capacitação é grande, com treinamentos e cursos específicos.

 

Confira as oportunidades:

 

Onicamp Transporte Coletivo

Estão abertas vagas para: motorista, cobrador(a), eletricista em autos, mecânico de veículos pesados e funileiro. Os interessados devem ir até a garagem da empresa, que fica na Rua Antonio Menas Filho, 264, Jardim Mercedes, para preenchimento de formulário. Documentos pessoais e a Carteira de Trabalho são necessários. Onicamp Transporte Coletivo

O currículo pode ser entregue na Rua Octavio Chinelato, 15, Vl. Aeroporto, ou enviado por e-mail para onibusmotorista@gmail.com. Estão abertas vagas para: motorista, cobrador(a) e mecânico diesel.

Itajaí Transportes Coletivos

O currículo pode ser entregue na Rua Vinte Dois, 390, Parque Valença 1, ou por e-mail para rh.transportec@gmail.com. Vagas abertas para: motorista, cobrador(a) e serviços gerais.

Expresso Campibus

O currículo pode ser entregue na Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Lado Ímpar (SP-101), Parque Sta. Bárbara, por e-mail para cv@campibus.com.br ou no site www.campibus.com.br. Estão abertas vagas para: motorista, cobrador(a), almoxarife, borracheiro, mecânico socorrista e mecânico diesel.

VB Transportes e Turismo – garagem Bonfim

O currículo pode ser entregue na Rua Expedicionário Paulo Tansine, 201, Bonfim. Levando os documentos e a Carteira de Trabalho, o interessado também pode preencher cadastro no local. O currículo ainda pode ser enviado pelo site www.vbtransportes.com.br ou para o e-mail vagas@vbtransportes.com.br. Estão abertas vagas para: motorista, cobrador(a), auxiliar de plataforma, tapeceiro, eletricista em autos, mecânico de veículos pesados e auxiliar de limpeza.

VB Transportes e Turismo – garagem Ouro Verde

Estão abertas vagas para: motorista, cobrador(a), eletricista em autos, mecânico de veículos pesados e funileiro. Os interessados devem ir até a garagem da empresa, que fica na Rua Antonio Menas Filho, 264, Jardim Mercedes, para preenchimento de formulário. Documentos pessoais e a Carteira de Trabalho são necessários.

As vagas para o Programa Escolas nas Garagens no primeiro semestre já estão esgotadas. As escolas que querem participar do passeio no próximo semestre e ainda não agendaram uma data com o setor de Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) devem entrar em contato pelo telefone (19) 3731-2643 ou pelo e-mail marketing@transurc.com.br o quanto antes.

Na semana em que a visita for realizada, a Transurc entrará em contato com a escola e solicitará o envio da lista de alunos, das autorizações dos pais ou responsáveis e do nome dos acompanhantes adultos (um para cada grupo de 15 crianças).

Escolas nas Garagens – No passeio, que acontece todos os dias de manhã e à tarde, os alunos recebem informações sobre cidadania e preservação ambiental, e conhecem pontos históricos da cidade. No Centro, as crianças tomam um lanche na Choperia Giovannetti. Depois, vão até uma das garagens das concessionárias, onde veem a rotina do sistema e o processo de manutenção dos veículos.

Em seguida, assistem a uma peça de teatro e participam de um Concurso de Pintura mensal, cujo vencedor ganha, para ele e para a família, um passeio na maria-fumaça, que circula entre Campinas e Jaguariúna, cortesia da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF).

Ao final do passeio, no retorno à escola, os alunos recebem um kit escolar com caneta, régua, adesivos e cadernos. O programa tem o apoio da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec).

O programa existe desde 2004 e é uma iniciativa da Transurc e das concessionárias do transporte coletivo urbano de Campinas. Desde o início, já participaram mais de 85 mil crianças.

As empresas que operam o transporte público em Campinas tiveram um índice de 99,86% na realização de viagens entre janeiro e dezembro de 2012, ou seja, de um total de 5.670.630 de viagens programadas no ano, apenas 8.081 (0,14% do total) não foram realizadas. Entre as linhas afetadas estão as que trafegam em itinerários com buracos nas vias e viário precário, principalmente na periferia e na área rural. No período de chuvas, essas ruas chegam a ficar intransitáveis, como já foi relatado em outras reportagens do jornal O Coletivo.

O índice de pontualidade é ainda maior: 99,96%. No ano passado ocorreram 2.063 atrasos e adiantamentos de viagens, ou seja, 0,04% do total de viagens programadas. Os atrasos normalmente são pelos congestionamentos, que geralmente ocorrem nos picos da manhã e da tarde. As viagens não realizadas e os atrasos e adiantamentos foram autuados pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec).

“Priorizar o transporte público é essencial para que haja um salto ainda maior de qualidade. Campinas precisa de corredores exclusivos para que os ônibus não fiquem presos em congestionamentos, disputando os mesmos espaços nas ruas e avenidas com os demais veículos”, argumenta Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), que congrega as concessionárias operadoras.

Pelos motivos expostos acima, a implantação dos corredores do tipo BRT, projetados pela Emdec para fazer ligações importantes de regiões adensadas como as do Ouro Verde e também as que se estendem ao longo da John Boyd Dunlop, é considerada imprescindível para que o transporte coletivo dê esse salto de qualidade.

A Emdec recebeu 15.635 reclamações entre abril de 2012 e abril de 2013 sobre o Sistema InterCamp, que inclui as linhas operadas pelas cooperativas. As reclamações mais registradas foram sobre não cumprimento de horário (33,23%), motorista que não para no ponto (17,83%), motorista imprudente (14,83%) e não cumprimento de itinerário (5,57%). Não há dados exclusivos sobre a atuação dos ônibus operados pelas empresas, mas os motoristas e cobradores passam por constantes treinamentos nas garagens para melhorar o atendimento aos passageiros.

A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) lançou a 24ª edição do Guia da Rede Credenciada. Ao todo, estão listados 287 pontos ativos que compõem a Rede de Representantes Credenciados e estão presentes em todas as regiões da cidade. Esses representantes são parceiros da associação e fazem a recarga de créditos para o Bilhete Único Comum.

Os usuários do Bilhete Único Comum podem pedir seu exemplar na sede da Transurc, nos terminais Central, Mercado, Ouro Verde, Barão Geraldo, Campo Grande e Metropolitano, além do Poupatempo Centro.

Com o guia em mãos fica mais fácil para recarregar o cartão em qualquer lugar de Campinas: basta fazer a consulta por bairro e depois por endereço.

Diversos tipos de estabelecimento fazem parte dessa rede: açougues, bancas de jornal, farmácias, lanchonetes, conveniências, lotéricas, padarias, papelarias e supermercados, entre outros. A relação dos pontos também pode ser encontrada no site www.transurc.com.br.

Índice oferecido pelas concessionárias foi de 6,49% (IPCA); categoria teve aumento real de 1,5% e tíquete refeição nas férias mas o benefício está condicionado à assiduidade no trabalho

A possibilidade de uma nova greve no setor de transporte coletivo urbano em Campinas foi afastada hoje, após a realização de uma assembléia geral por parte de motoristas e cobradores. A assembléia aconteceu às 10 horas na sede do Sindicato dos Rodoviários de Campinas e Região.

“Inicialmente, as concessionárias haviam oferecido o reajuste pela inflação, que deu 6,49% (IPCA) no período de maio de 2012 a abril de 2013”, diz Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), entidade que representa as concessionárias durante as negociações salariais.

O índice foi recusado pelo sindicato da categoria durante as negociações e havia a possibilidade de a categoria parar Campinas mais uma vez. “Além disso, houve a exigência de ampliar o tíquete refeição durante o período de férias. Para que uma nova greve não ocorresse, as empresas chegaram ao limite e ofereceram 8% de reajuste linear em todos os salários e condicionaram a ampliação do benefício do tíquete à assiduidade dos funcionários no trabalho”, explica Barddal.

Em relação ao IPCA houve um ganho real de 1,51 ponto percentual. Atualmente, sem o reajuste de 8%, os motoristas de ônibus convencionais e padron recebem R$ 1.728,40, enquanto que os de articulados, R$ 1.797,03, e os cobradores, R$ 767,47. O valor atual do tíquete é de R$ 321,00. Todos os demais benefícios foram mantidos.