Queda de energia elétrica, causada por temporal dia 31, derrubou sistema de vendas da Transurc

A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), organização mantida pela iniciativa privada e responsável pela venda de passes, informa que a tarifa de R$ 2,85 será cobrada até a meia-noite de amanhã. A nova tarifa, de R$ 3,00, será cobrada a partir da zero hora do dia 3. A prorrogação da cobrança da tarifa antiga, para que não haja qualquer tipo de prejuízo financeiro para os usuários, foi ocasionada por uma pane no sistema de bilhetagem.

A pane foi causada pelo temporal da manhã do último dia 31, que provocou queda de energia elétrica na região onde está localizada a sede da Transurc. “Ficamos sem energia das 8h30 às 11 horas. Os servidores caíram e o sistema de venda saiu do ar. Às 13h18 do mesmo dia conseguimos colocar os servidores em funcionamento mas, devido a um arquivo corrompido no DBA (banco de dados), o sistema ficou inoperante até hoje”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.

A empresa que fornece o sistema de bilhetagem eletrônica para a Transurc, a Prodata, contratada também para fazer a manutenção do banco de dados, informou que a previsão para a volta do sistema de vendas deve ocorrer até a meia-noite de hoje. “Desde sábado até a meia-noite de amanhã, foi cobrada a tarifa de R$ 2,85 tanto para os usuários que têm cartões Bilhete Único quanto para aqueles que pagaram em dinheiro”, diz Barddal.

Para que os usuários não sejam prejudicados, já que ocorreriam vendas durante o dia 31, a Secretaria Municipal de Transportes (Setransp) determinou que a cobrança da tarifa de R$ 3,00 seja feita a partir do dia 3. “A nossa intenção é vender os créditos para recarga dos cartões, assim como o recebimento em dinheiro, a R$ 2,85 também nesta segunda-feira”, afirma o diretor da Transurc.

“Embora o incidente tenha ocorrido à revelia, a Transurc pede desculpas pelos eventuais transtornos causados e conta com a compreensão de todos. Os nossos técnicos e técnicos da Prodata, desde que o problema ocorreu, estão trabalhando para solucionar o problema ocorrido no sistema de vendas”, explica Barddal. Dentro dos ônibus, o sistema de bilhetagem funcionou sem qualquer tipo de problema e foi programado para descontar a tarifa de R$ 2,85.

A auditoria feita em 70 holerites de trabalhadores da VB Transportes e Turismo (área 1) comprovou que todos os pagamentos referentes a salários e horas-extras, ao contrário do alegado por trabalhadores, estavam corretos. Insuflados pela oposição do Sindicato dos Rodoviários, os colaboradores paralisaram as atividades da empresa no último dia 12 de dezembro de 2011. O ato prejudicou 170 mil usuários naquele dia.

Para contornar a situação, o acordo feito entre empresa e trabalhadores foi de que aqueles que se sentissem prejudicados teriam uma semana para entrar com pedido de revisão dos pagamentos e, após esse prazo, a empresa teria outra semana para revisar os pedidos.

Dos 1.400 colaboradores da empresa, apenas 70 entraram com pedido de revisão dos pagamentos de salário. “O número representa apenas 5% do total de colaboradores. Mesmo assim a empresa acatou todos os pedidos, revisou os pagamentos e não encontrou erros, provando que a motivação para a paralisação do dia 12 de dezembro foi uma disputa sindical”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.

Essa não foi a primeira vez que uma disputa sindical afetou as garagens de Campinas. No mês anterior os sindicalistas já haviam paralisado a garagem da VB no bairro Bonfim (área 3).

Irresponsabilidade
A disputa entre oposição e situação fez com que cerca de 170 mil passageiros ficassem sem transporte e tivessem seus compromissos prejudicados no dia 12 de dezembro.
Essa disputa, que vem afetando o transporte coletivo em Campinas, se estende faz algum tempo, desde que a diretoria do Sindicato dos Rodoviários acabou presa após denúncia de extorsão contra um convênio médico. Uma nova diretoria assumiu o poder na época e, depois de algum tempo, as pessoas que haviam sido presas retornaram ao poder.

O Programa Escolas nas Garagens teve, em 2011, mais um ano de sucesso absoluto. Com o preenchimento praticamente total de todos os horários disponíveis para os passeios, 11.200 alunos de 92 escolas dos 4os anos do Ensino Fundamental de escolas estaduais e municipais de Campinas puderam desfrutar momentos de lazer e muita informação.

“Os 350 passeios realizados em 2011 possibilitaram viagens de conhecimento e diversão para esses alunos. Muitos mal conheciam o próprio bairro no qual moram e, por meio do passeio, puderam conhecer a história dos principais pontos da cidade”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.

O programa – existe desde 2004 e é uma iniciativa da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) e de suas concessionárias. Desde o início, já participaram mais de 72 mil crianças. No passeio, que acontece todos os dias nos períodos da manhã e da tarde, os alunos recebem informações sobre cidadania e preservação ambiental, além de visitarem pontos históricos da cidade.

No Centro, as crianças tomam um lanche na Choperia Giovannetti. Depois, vão até uma das garagens das concessionárias, onde conhecem a rotina do sistema e o processo de manutenção dos veículos. Em seguida, assistem a uma peça de teatro e participam de um concurso de pintura, cujo vencedor ganha, além de destaque no jornal O Coletivo, um passeio na maria-fumaça para ele e a família. O trem circula entre as cidades de Campinas e Jaguariúna e o prêmio é uma cortesia da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF).

Ao final do passeio, no retorno à escola, os alunos recebem um kit escolar com caneta, régua, adesivos, cadernos e um livro com temática educativa, cortesia da Fundação Educar-DPaschoal, parceira do programa, que ainda tem o apoio da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec).

A Prefeitura de Campinas deve mais de R$ 13,3 milhões às empresas Itajaí Transportes Coletivos, VB Transportes e Turismo, Onicamp Transporte Coletivo, Expresso Campibus e Coletivos Pádova, concessionárias do transporte coletivo urbano de Campinas. A dívida vem de julho deste ano e refere-se ao não-pagamento do subsídio parcial às gratuidades e passes Escolar e Comum adquiridos por intermédio de diversas secretarias municipais. As concessionárias, associadas à Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), estão preocupadas com o pagamento dos salários de dezembro dos 4,5 mil funcionários.

“O problema existe há anos e se agravou com esse quadro de instabilidade política. Assim como os outros grandes fornecedores da Prefeitura ficaram sem receber, as concessionárias também sofreu com isso. Cada prefeito que assumiu o cargo definiu de forma diferente como seriam realizados os pagamentos dos fornecedores”, afirmou Sérgio Torrecillas, secretário de Transportes do município.

Ao mesmo tempo em que a Prefeitura não paga a dívida com as concessionárias, ela multa as empresas que estão com dificuldades financeiras para manter o programa de renovação de frota e compra de veículos acessíveis.

“Parece que a Prefeitura de Campinas não leva em consideração que o não-pagamento dos R$ 13,3 milhões impacta diretamente no poder de investimento das concessionárias. Isso está comprometendo a manutenção dos investimentos, a renovação da frota e, inclusive, o pagamento de fornecedores e dos salários de funcionários das concessionárias”, completou Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.

A sede da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), situada na Rua Onze de Agosto, 757, Centro, funcionará das 8h às 12h na sexta-feira (30 de dezembro). Vale ressaltar que os Postos de Atendimento da Transurc nos terminais de ônibus ficarão abertos no horário convencional neste dia.

Já no sábado (31 de dezembro), todos os Postos de Atendimento nos terminais ficarão abertos das 6h às 18h. No 1º dia de janeiro de 2012 todos os postos estarão fechados.

A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) suspendeu nesta segunda-feira (19 de dezembro) a venda de créditos para o Bilhete Único Escolar. Em cumprimento às determinações da Resolução Municipal nº 206/2011, da Secretaria Municipal de Transportes (Setransp) e publicada no Diário Oficial do Município, a venda de créditos para o Bilhete Único Escolar será retomada no dia 23 de janeiro de 2012.

Os estudantes dos cursos de educação profissional técnica de nível médio que comprovarem que continuarão os estudos nesse período poderão efetuar a recarga do cartão somente na sede da Transurc, localizada na Rua Onze de Agosto, 757, Centro.

“Vale ressaltar que o sistema de transporte coletivo urbano continuará aceitando o Passe Escolar no período de recesso das vendas. Sendo assim, os estudantes que ainda possuírem créditos em seus cartões podem utilizá-los normalmente”, explicou Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.

A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) inicia o processo de cadastramento para obtenção do Bilhete Único Escolar no dia 16 de janeiro. O procedimento é dirigido aos estudantes do Ensino Fundamental, Médio e Técnico que residam a mais de um quilômetro da escola onde estudam e que desejam obter o benefício pela primeira vez ou pelos alunos que não participaram da antecipação do cadastramento realizada pela associação neste final de ano.

Mas, para facilitar ainda mais todo o processo, a Transurc disponibilizará uma semana antes, no dia 9, o formulário que precisa ser preenchido pelos estudantes na sua sede, na Rua 11 de Agosto, 757, Centro, no site www.transurc.com.br ou ainda nos postos de venda dos terminais Central, Ouro Verde, Campo Grande e Barão Geraldo. O horário de atendimento em todos os postos é das 8 às 17 horas, de segunda a sexta-feira.

A expectativa da Transurc é que mais 45 mil estudantes, além dos quase 15 mil que já fizeram a antecipação, façam o cadastramento a partir do dia 16 de janeiro. “Vale ressaltar que a retirada dos formulários começa no dia 9 de janeiro, mas a entrega do formulário preenchido, carimbado e assinado por um representante legal do estabelecimento de ensino onde o estudante está matriculado se inicia uma semana depois, no dia 16”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.

O formulário preenchido pelo estudante, assinado pelo responsável da escola, deve ser entregue em algum dos postos citados acima, juntamente com original e cópia de um comprovante de residência recente (dos últimos seis meses) e da cédula de identidade ou certidão de nascimento (para menores de 14 anos que não têm a carteira de identidade).

A Transurc realizará uma checagem dos dados e, em quinze dias, o usuário deve retornar ao local em que entregou o formulário para retirar a Caderneta de Frequência. A caderneta é o documento que garante que o estudante continua matriculado na escola. “Mensalmente, o aluno apresenta a caderneta na escola que é carimbada e assinada pelo diretor. Esse procedimento é imprescindível para que o estudante possa continuar comprando o Passe Escolar com 60% de desconto e serve para coibir fraudes”, afirma Barddal.

Primeira vez

Se for a primeira vez que o estudante está se cadastrando, ele receberá um protocolo para que compareça à sede da Transurc para tirar uma fotografia que será impressa no cartão Bilhete Único Escolar. Na primeira compra do ano, o usuário paga uma taxa de cadastramento no valor de duas tarifas vigentes. O benefício é válido somente aos alunos que residam e estudem em Campinas.

Mais uma vez, por conta de uma disputa de caráter político/sindical, uma empresa de ônibus é paralisada em Campinas e, com isso, a população usuária fica com o seu direito de ir e vir prejudicado. Hoje foi a vez da VB Transportes e Turismo, que opera na Região do Ouro Verde, também conhecida como a área 1 ou área azul.

A disputa, que vem afetando o transporte coletivo em Campinas, se estende faz algum tempo, desde que a diretoria do Sindicato dos Rodoviários acabou presa após denúncia de extorsão contra um convênio médico. Uma nova diretoria assumiu o poder na época e, depois de algum tempo, as pessoas que haviam sido presas retornaram ao poder.

Nos últimos tempos, desde o dia 7 de novembro, iniciou-se uma nova disputa entre a situação e oposição. No início do mês passado, funcionários da VB que opera as linhas verdes, também conhecida por VB3, ligados à oposição paralisaram a empresa. Em seguida, no dia 16 de novembro, a atual diretoria do Sindicato dos Rodoviários, resolveu dar o troco e, para mostrar força, fez greve na VB1, a mesma que foi afetada hoje por uma nova paralisação, desta vez insuflada pela oposição.

Na semana passada, por exemplo, um membro da atual diretoria ameaçou paralisar a VB1 amanhã (13 de dezembro), mas a oposição conseguiu ser mais rápida e paralisou a empresa hoje. Com isso, cerca de 170 mil passageiros ficaram sem transporte e tiveram os seus compromissos prejudicados.

Toda a frota das empresas concessionárias do transporte coletivo urbano de Campinas passou por um processo de vistoria, finalizado no início de novembro, feito por profissionais da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). Além das manutenções constantes às quais são submetidos todos os ônibus das empresas Itajaí Transportes Coletivos, VB Transportes e Turismo, Coletivos Padova, Expresso Campibus e Onicamp Transporte Coletivo, toda a frota passa, semestralmente, por uma rígida inspeção que atesta a qualidade dos veículos.

Essa inspeção semestral verifica o funcionamento de todos os sistemas e, depois de aprovados, recebem um selo que garante a qualidade e possibilita o tráfego desses carros até o próximo período de inspeções.

Vale ressaltar que todas as garagens têm planos de manutenção preventiva, garantindo que cada ônibus da frota da cidade passe periodicamente por revisões. A manutenção preventiva é fundamental para que sejam evitados problemas futuros. Quando uma peça ou sistema é diagnosticado com algum problema, sua troca é efetuada imediatamente. Isso evita que o veículo quebre enquanto circula nas ruas e garante a segurança e a qualidade do transporte na cidade.

O movimento, que completou quatro anos, abrangerá toda a Região Metropolitana de Campinas a partir de 2012

O Compromisso Campinas Pela Educação (CCE) completou quatro anos no último dia 29 e, para celebrar a data, uma festa de gala na Casa de Campo Royal Palm Plaza reuniu os gestores do CCE e representantes de diferentes setores de Campinas e de toda a Região Metropolitana (RMC). Além da confraternização pela data especial, o evento serviu para o anúncio da expansão das metas do CCE, que a partir de 2012 abrangerá todas as cidades da RMC.

Antes do anúncio, o coordenador executivo do CCE, Luiz Eduardo Drouet, visitou todas as Secretarias de Educação dessas cidades para que elas conhecessem os trabalhos do movimento e se comprometessem a participar das atividades que buscam melhorar a qualidade do ensino público.

Com a integração regional, os municípios poderão unir esforços. “Com a regionalização do movimento, além de compartilhar experiências positivas, será mais fácil estabelecer parcerias e fortalecer o compromisso da sociedade com a educação, já que muitos moram em uma cidade, mas estudam e trabalham em outra” diz Drouet. 

Para o coordenador, levando em consideração que os habitantes da RMC circulam entre os municípios, é natural que o interesse por melhorias seja coletivo – especialmente no que diz respeito aos sistemas de ensino. “As cidades estão preocupadas com um desenvolvimento regional sustentável e isso só é possível com uma boa escola para nossas crianças e adolescentes”, afirma.

Integrante do Núcleo de Ignição do CCE, a Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) colabora mensalmente para a manutenção do Compromisso e participa das atividades desenvolvidas pelo movimento, que reúne os setores público, privado, organizações sem fins lucrativos e sociedade, com a missão de melhorar substancialmente o desempenho escolar dos alunos das escolas públicas do Ciclo Básico (Educação Infantil + Ensino Fundamental + Ensino Médio) na cidade.

O movimento, que não representa nenhuma empresa, partido político ou órgão governamental, entende que a educação é ingrediente fundamental para que haja promoção e desenvolvimento humano, social e econômico e mobilidade social.