O jornal O Coletivo receberá, nos próximos dias, um novo dispenser para distribuição nos terminais Central, Metropolitano, Ouro Verde, Barão Geraldo, Campo Grande e Mercado. “O Coletivo já era distribuído em dispensers nestes terminais, porém as peças passaram por uma reformulação e mudaram de tamanho para se adaptar ao formato do jornal”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc).
Além da mudança de tamanho, as peças foram confeccionadas em aço, material mais resistente que o acrílico usado nos anteriores. “Infelizmente tivemos alguns casos de vandalismo e depredação contra os dispensers recentemente e esse foi um dos motivos que nos levou pensar num material mais resistente para as novas versões”, completa Barddal. Vale lembrar que, durante os dias de Carnaval neste ano, dois dispensers foram completamente destruídos (foto).

As concessionárias do transporte coletivo urbano de Campinas, por intermédio da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), protocolaram ontem um pedido de reajuste para a tarifa. A planilha de custos, que aponta o valor de R$ 3,8080, foi protocolizada junto à Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), o órgão gestor do Sistema Intercamp.

De janeiro a outubro deste ano, de acordo com os cálculos realizados pelos técnicos da Transurc, o desequilíbrio econômico-financeiro do sistema ônibus foi de R$ 3,9 milhões mensais, em média. “Temos diversos fatores que contribuem para a existência desse déficit mas os principais são os constantes reajustes nos valores dos insumos que compõem a cesta do transporte, entre eles a mão-de-obra, óleo diesel, pneus, peças, acessórios, chassis e carrocerias”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.

Além disso, é importante ressaltar que cerca de 28% dos usuários que são transportados diariamente em Campinas deixam de pagar passagem, o que contribui para elevar o desequilíbrio. O número elevado de gratuidades, somadas às integrações proporcionadas pelo Bilhete Único, que permite o uso de até três ônibus no período de uma hora e meia com o pagamento de apenas uma tarifa, também impacta de forma significativa nos cálculos do preço da passagem.

Desde maio de 2006, quando foi criado o Bilhete Único, até outubro de 2012, as operadoras do transporte investiram na renovação e ampliação da frota. “A frota operacional em maio de 2006 era composta por 815 ônibus. Hoje, é de 924 veículos”, diz Barddal.

Com a ampliação da frota foi necessária a contratação de mais motoristas, cobradores, mecânicos e demais funções. E, proporcionalmente, houve mais gastos com os salários e encargos dos novos contratados, manutenção, pneus, combustível, peças, acessórios e lubrificantes, entre outros itens decorrentes do aumento da frota.

As concessionárias, desde maio de 2006 até outubro deste ano, investiram R$ 248.636.873,34 na compra de 860 novos ônibus. Hoje, a idade média da frota de Campinas é de 4,51 anos. “Temos 470 veículos adaptados ao transporte de pessoas com necessidades especiais”, argumenta Barddal. As empresas também, para cumprir as exigências contratuais, investiram mais R$ 9.373.624,43 na construção das estações de transferência.

O último reajuste de tarifa em Campinas, que ficou abaixo dos índices inflacionários, também contribuiu para ampliar o desequilíbrio. A tarifa foi reajustada em 5,26% e a inflação, de acordo com o IPCA da época, foi de 6,50%.

As concessionárias do transporte coletivo urbano de Campinas investiram, entre os meses de janeiro e setembro de 2012, mais de R$ 35 milhões na compra de 115 ônibus para renovação da frota. “Este número representa a troca de 12% da frota total existente na cidade”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc).
A aquisição mais recente foi feita no início de setembro pela VB Transportes e Turismo. A empresa investiu R$ 16,47 milhões em 61 novos ônibus zero-quilômetro, com chassi Mercedes-Benz OS 1722 e carroceria Comil Svelto. Os novos veículos são dotados de todos os elementos de acessibilidade e câmeras de monitoramento das portas e da catraca.
“Vale lembrar que, após a chegada desses 61 veículos, a cidade ultrapassou a marca de 50% de veículos totalmente acessíveis, ou seja, atualmente as concessionárias têm 476 ônibus com piso baixo ou elevadores que facilitam o embarque e desembarque de pessoas com dificuldades motoras”, ressalta o diretor.
No mês de agosto, a Itajaí Transportes Coletivos inovou trazendo 13 ônibus articulados modelo BRT, além de um articulado convencional, num investimento de R$ 9,3 milhões. Os ônibus BRT têm design arrojado, com ampla área frontal envidraçada, são completamente acessíveis, possuem câmeras nas portas e amplo salão para os usuários. Além de vários itens de segurança e conforto, contam também com televisores e sistema de internet Wi-Fi. Esses ônibus foram feitos para andar em corredores exclusivos (chamados de BRT, sigla em inglês para Bus Rapid Transit, ou Trânsito Rápido de Ônibus). Mas rodarão juntamente aos demais veículos até que os corredores sejam construídos.
Anteriormente a Expresso Campibus já havia investido R$ 10 milhões na aquisição de 40 ônibus adaptados que garantem mais conforto e segurança aos passageiros. Os veículos têm chassis Mercedes-Benz OF 1722 e carroceria Comil Svelto, dotada de elevador lateral, além de todos os elementos de acessibilidade requeridos pelo Inmetro, como piso antiderrapante e bancos com demarcação especial para idosos, gestantes, obesos e pessoas com deficiência.
Vale ressaltar que, além da frota de adaptados, as concessionárias disponibilizam para a cidade 25 vans e dois ônibus do Programa de Acessibilidade Inclusiva (PAI), que realizam o transporte gratuito de pessoas cadastradas no programa que têm dificuldades de locomoção temporária ou permanente.

Expectativa da associação é a de que 15 mil alunos efetuem o cadastro antecipadamente

A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) dá início ao processo de antecipação do Cadastro Escolar para o ano letivo de 2013 nesta segunda-feira, 10 de setembro. As principais escolas públicas da cidade poderão participar desta ação, que tem como objetivo dar maior comodidade aos estudantes que utilizam o benefício do Passe Escolar.

“No ano passado, 14.674 alunos efetuaram o cadastro de forma antecipada. E, mais uma vez, os estudantes que fazem o processo de cadastramento no início do ano não tiveram de enfrentar filas. A antecipação vem sendo um mecanismo de sucesso, implantado pela Transurc há vários anos”, lembra Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc. Atualmente, 48.865 estudantes fazem uso do Bilhete Único Escolar.

Os alunos interessados em renovar o benefício devem entregar um comprovante de endereço recente na secretaria da escola. Vale ressaltar que só participam da antecipação os estudantes que utilizaram o benefício em 2012 e que continuarão a utilizá-lo no próximo ano. A Transurc entregará a Caderneta de Frequência na secretaria das escolas até o início do mês de dezembro.

Quem pode utilizar

O Passe Escolar pode ser utilizado pelos estudantes que residam a mais de 1.000 metros do estabelecimento de ensino. O benefício é usufruído pelos alunos que cursam Ensino Fundamental, Médio, supletivos ou cursos profissionalizantes técnicos de nível médio. O processo de Cadastramento do Passe Escolar é amparado pelo Decreto nº 13.807, de 12 de dezembro de 2001, regulamentado pela Lei nº 9.788, de 2 de julho de 1998. O benefício do Passe Escolar concede um desconto de 60% em relação ao valor da tarifa vigente.

Com a renovção, frota acessível de concessionárias supera a marca de 51% de veículos adaptados

A VB Transportes e Turismo, concessionária do transporte coletivo urbano de Campinas, que opera nas regiões do Ouro Verde (área 1 – azul claro) e de Barão Geraldo/Cidade Judiciária (área 3 – verde), investiu R$ 16,47 milhões na aquisição de 61 novos ônibus zero-quilômetro, com chassi Mercedes-Benz OS 1722 e carroceria Comil Svelto. Os novos veículos são dotados de todos os elementos de acessibilidade e câmeras de monitoramento das portas e da catraca.

“Os veículos substituirão outros mais antigos que estavam em circulação e têm elevadores que facilitam o embarque e o desembarque de pessoas com dificuldades motoras, além de bancos acolchoados e especialmente identificados para obesos, idosos e gestantes”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), a qual a VB Transportes é associada.

Com os novos ônibus, Campinas chega à marca de 51% de veículos totalmente acessíveis das concessionárias do transporte coletivo urbano. Hoje, são 476 carros com piso baixo ou elevadores. “Somente no ano de 2012, as concessionárias já entregaram 115 veículos novos, o que representa a renovação de 12% da frota total. Além disso, a média de idade da frota caiu de 4,92 para 4,37 anos”, completa Barddal. Vale ressaltar que, além da frota de adaptados, as concessionárias disponibilizam para a cidade diversas vans e dois ônibus do Programa de Acessibilidade Inclusiva (PAI).

Os novos veículos, que devem começar a circular até o final deste mês, entrarão nas linhas:

    1.15 – Adhemar de Barros – Inclusivo;
    1.20 – Terminal Ouro Verde – Inclusivo;
    1.41 – Jardim Capivari;
    3.19 – San Martin I/T. Barão Geraldo – Inclusivo;
    3.37 – TBG/Unicamp/Hospital das Clínicas – Inclusivo;
    3.48 – Vila Marieta/Estação Cidade Judiciária;
    3.53 – Alphaville;
    3.59 – Jardim Esmeraldina/Estação Cidade Judiciária;
    3.80 – Terminal Central/Cambuí – Inclusivo.

Começam a circular amanhã (1º de agosto) 13 ônibus articulados BRT e mais um articulado de piso baixo da Itajaí Transportes Coletivos. A empresa, concessionária que opera na área 2 (vermelha) da cidade, investiu cerca de R$ 9,3 milhões na compra dos novos veículos, que serão incluídos nas linhas 2.10 (Terminal Campo Grande/Terminal Barão Geraldo), 2.11 (Terminal Campo Grande/Shopping Iguatemi (Inclusivo)), 2.12 (Terminal Itajaí (Inclusivo)).

Os veículos têm chassi Volvo B12M 340 e carroceria Marcopolo Viale BRT com capacidade para até 145 passageiros e dotada de todos os elementos de acessibilidade previstos nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), como elevadores para embarque e desembarque de cadeirantes e assentos especiais para idosos, gestantes e pessoas obesas.

Os BRTs têm design arrojado, com ampla área frontal envidraçada, são completamente acessíveis, possuem câmeras nas portas e amplo salão para os usuários. Além de vários itens de segurança e conforto, contam também com televisores e sistema de internet WiFi. A expectativa é a de que em 10 dias a população já possa acessar a internet por meio de seus notebooks e smartphones de dentro dos BRTs.

Os novos ônibus foram feitos para andar em corredores exclusivos (chamados de BRT, sigla em inglês para Bus Rapid Transit, ou Trânsito Rápido de Ônibus). Mas rodarão juntamente aos demais veículos até que os corredores sejam construídos.

Um ônibus da VB Transportes e Turismo foi atacado na noite desta quarta-feira (18), por volta das 23h50, na rua Jorge Campos de Leite, no bairro Jardim São José. O veículo, de prefixo 3927, fazia a última viagem do dia na linha 3.17 – Jardim São José/Jardim São Marcos, quando foi abordado por um assaltante armado que entrou no coletivo dois pontos após o ponto inicial, já anunciando o assalto.
Ele levou R$ 147,00 que estavam na caixinha e ordenou que motorista e cobrador, as únicas pessoas dentro do ônibus no momento do crime, desembarcassem. Então jogou álcool nos bancos dianteiros, ateou fogo e fugiu do local caminhando calmamente.
Os colaboradores agiram rapidamente pegando o extintor de incêndio do próprio ônibus e debelaram o fogo. O incêndio queimou três bancos, três luminárias, três canaletas, algumas borrachas de vedação dos vidros e parte da fiação elétrica, num prejuízo aproximado de R$ 2 mil.
A empresa registrou um Boletim de Ocorrência, de número 955/12, no 1º Distrito Policial de Campinas.

Cerca de 40 mil passageiros foram afetados hoje de manhã após paralisação de 2 horas

A VB Transportes e Turismo, concessionária que opera 53 linhas na área 3 (linhas verdes) foi hoje, novamente, alvo de paralisação e sabotagem por parte de funcionários ligados ao grupo opositor ao Sindicato dos Rodoviários de Campinas. A paralisação, que ocorreu das 4 às 6 horas, e cuja motivação ainda não foi comunicada de forma oficial à empresa, afetou cerca de 40 mil passageiros.

“O grupo que parou a empresa é composto pelos funcionários que haviam sido demitidos por justa causa por terem prejudicado a VB no dia 15 do mês passado, um dia antes de a greve convocada pelo sindicato ter sido deflagrada em Campinas”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação da VB. Embora a empresa tenha demitido 12 funcionários por justa causa, já que os mesmos tinham envolvimento em outros atos de sabotagem contra a VB, a Justiça do Trabalho determinou que os mesmos fossem reintegrados e a empresa cumpriu a determinação.

A VB entende que a paralisação é absolutamente irregular e que, mais uma vez, foi motivada pela disputa do poder de representação junto à categoria dos motoristas e cobradores. “A empresa não foi comunicada. Ninguém nos procurou para conversar. Simplesmente, esse grupo funcionários furtou as chaves de quatro veículos e, mais uma vez, manipulou dezenas de motoristas e cobradores que aderiram ao movimento paredista”, diz Barddal.

A VB vai lavrar mais um Boletim de Ocorrência para que sejam investigadas as motivações que levaram à paralisação e espera que os culpados sejam punidos. Das 4 às 6 horas, os 274 ônibus que atendem cerca de 80 mil passageiros no período da manhã ficaram parados. Como a paralisação durou cerca de duas horas e foi feita durante parte do horário de pico, a empresa estima que o movimento prejudicou cerca de 40 mil passageiros.

O Consórcio UrbCamp, formado pelas concessionárias VB Transportes e Turismo e Coletivos Pádova, iniciou a construção da Estação de Transferência da Cidade Judiciária. As obras, que irão consumir cerca de R$ 510 mil, deverão estar concluídas em até 90 dias. Quando estiver terminada, a estação concentrará a operação das linhas de diversos bairros da região Norte de Campinas, entre eles o Recanto dos Dourados, Jardim Carlos Gomes, Jardim Míriam, Alphaville, Bananal e Gargantilha.

A nova estação, que terá acessibilidade com piso elevado e podotátil e rampas de acesso para pessoas com problemas de locomoção, seis abrigos duplos e banheiros exclusivos para motoristas e cobradores, está sendo construída na Rua Ataliba Euclides Vieira, bem ao lado da Cidade Judiciária. Os pedestres também serão beneficiados com um novo acesso ao interior da Cidade Judiciária.