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O Coletivo muda de formato
Jornal passa a ser impresso como um tabloide, formato mais atraente e que facilita a leitura
O jornal O Coletivo, buscando sempre inovar e tornar sua leitura cada vez mais fácil, traz mais uma mudança gráfica a partir desta edição. O formato utilizado para impressão passa a ser o tabloide, no qual cada página mede aproximadamente 33 x 28 cm, as notícias são tratadas num formato mais curto e o número de imagens e fotos costuma ser maior do que em outros formatos.
Recentemente, quando completou 100 edições publicadas, o jornal ganhou novas cores e vinhetas. Com esta reformulação, O Coletivo fica ainda mais atraente e com fácil identificação das colunas fixas e matérias abordadas.
História
Os primeiros tabloides foram desenvolvidos em Londres, na Inglaterra, e até hoje os jornais que mantêm este formato são famosos em todo o mundo, principalmente pela constante publicação de matérias escandalosas e nem sempre verídicas.
Jornais de outros países, como o alemão Bild, também adotaram o formato tabloide, considerado de fácil manipulação e mais atraente aos olhos do leitor. No Brasil, o formato é usado em jornais como o Metro e o Zero Hora.
Transurc cadastra usuários no Jardim Carlos Gomes
Micro-ônibus da Transurc atenderá os moradores da região leste da cidade nos dias 2 e 9 de abril; usuários poderão efetuar o cadastro do Bilhete Único
A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) informa que o Expresso Bilhete Único atenderá os moradores da região leste de Campinas nos dias 2 e 9 de abril, das 8h às 12h. O micro-ônibus ficará em frente à sede da Administração Regional 14 (AR-14), na Praça Lunardeli (Rua 1, nº 86, bairro Jardim Carlos Gomes).
O Expresso Bilhete Único é um micro-ônibus adesivado da associação que permite ao usuário fazer o cadastro para o Bilhete Único Comum. Além disso, o cartão é feito na hora.
“O cadastro é realizado sem qualquer custo, a emissão do BU é feita na hora e a própria recarga, que pode ser feita com o valor que o cliente desejar, é possível em mais de 300 pontos da rede de Representantes Credenciados da Transurc, além dos terminais e do Poupatempo Centro”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc.
Para efetuar o cadastro, o interessado precisa levar a Carteira Nacional de Habilitação ou a carteira de identidade (RG) e o CPF. Além disso, quem utiliza o Bilhete Único pode recuperar os créditos em caso de perda, roubo, furto ou inutilização do cartão. Basta entrar em contato com a Transurc pelo 0800 014 02 04, pedir o bloqueio do cartão original e solicitar a emissão de uma segunda via. O saldo do cartão antigo será automaticamente transferido para o novo.
Depredação atinge 66 ônibus durante o Carnaval
Vandalismo acarretou um prejuízo de mais de R$ 230 mil às concessionárias; aumento de 65% no número de carros afetados em relação ao ano passado
Mais uma vez o Carnaval de Campinas foi marcado pelo vandalismo e pela impunidade. Entre sexta (4/3) e terça-feira (8/3) foram cometidos 66 crimes de depredação em ônibus, que tiveram bancos arrancados, vidros quebrados, pichações, parte elétrica danificada, janelas de emergência e alçapões arrancados, além de tetos quebrados e até validadores arrancados. “O prejuízo ultrapassa os R$ 230 mil, valor quase suficiente para a compra de um ônibus zero quilômetro”, ressaltou Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc).
As concessionárias VB Transporte e Turismo, Expresso Campibus, Itajaí Transportes Coletivos e Onicamp Transporte Coletivo, todas associadas à Transurc, disponibilizaram estes ônibus para a Operação Carnaval, que consiste em fazer o transporte dos foliões durante a madrugada. “O aumento do número de ônibus danificados foi assustador, uma vez que houve um crescimento de 65% em relação aos 40 ônibus atacados no ano passado”, explicou Barddal.
A região mais afetada, assim como nos anos anteriores, foi a do Ouro Verde. A VB Transportes e Turismo, concessionária que opera naquela região, teve 41 carros depredados. “Infelizmente essa não é a primeira vez que o transporte coletivo urbano de Campinas sofre com o vandalismo no período do Carnaval. A Transurc e as empresas concessionárias têm uma campanha contínua contra este tipo de ato, mas alguns vândalos parecem se sentir bem agindo desta forma”, relembrou o diretor.
Desrespeito com a comunidade
O vandalismo também acaba mexendo com o bolso do passageiro, pois o cálculo da tarifa no transporte urbano inclui os gastos com as reformas. “Enquanto as autoridades não tomarem atitudes preventivas e corretivas, os cidadãos de bem vão continuar a sofrer consequências dos atos irresponsáveis de alguns deliquentes. Vale lembrar que o valor da passagem é calculado de acordo com o número de passageiros transportados, mais o volume do subsídio a estudantes, idosos e outros benefícios à população. Se não existissem os gastos com vandalismo, haveria um impacto menor nos reajustes de tarifas”, completou Barddal.
A Transurc ressalta que esse balanço é referente apenas aos veículos das concessionárias que são suas associadas e que não possui os dados referentes aos veículos dos permissionários (alternativos) que se reúnem hoje em cooperativas.
Desrespeito com o trabalhador
Para atender os foliões, as concessionárias tiveram que manter dezenas de trabalhadores, entre eles motoristas, cobradores, mecânicos, fiscais, pessoal da limpeza, eletricistas, funileiros, controladores de tráfego, entre outros durante o período de Carnaval. “São pessoas que se revezam 24 horas por dia para manter o serviço e também para arrumar os ônibus para que todos os veículos estejam à disposição da população usuária na Quarta-Feira de Cinzas. Esse tipo de ação contra o patrimônio, tipificado como crime pela nossa legislação, é vergonhoso para Campinas, uma cidade cantada em verso e prosa pela sua pujança. Os vândalos não ganham absolutamente nada com isso, mas continuam agindo, quase sempre nos mesmos lugares, devido à impunidade”, finalizou Barddal.