Todos os veículos da frota da VB1, uma das concessionárias do transporte urbano de Campinas, que opera na região 1 e identifica-se pela cor azul-clara, receberam o Selo Verde por atender os requisitos exigidos pelo Programa Despoluir. “Essa certificação é importante porque mostra o cuidado que a concessionária tem com a manutenção dos veículos e também revela que a transportadora segue à risca os procedimentos para a preservação do meio ambiente”, afirma Paulo Barddal, diretor de Comunicação do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas (SetCamp).

O programa é uma iniciativa conjunta da Confederação Nacional do Transporte (CNT), do Serviço Social do Transporte (Sest), do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) e da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo (Fetpesp). Para conceder a certificação, os responsáveis pelo programa avaliam a emissão de poluentes na frota das empresas, por meio de uma inspeção acreditada pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

As operadoras, cujos veículos são aprovados na inspeção, são enquadradas como empresas parceiras do meio ambiente. A VB3, que opera na região 3 de Campinas, e que faz parte do Grupo Belarmino, do qual a VB1 também é integrante, foi a primeira empresa do setor a passar por esta inspeção e receber, no mês de julho deste ano, os selos em 100% da frota.

As duas concessionárias já realizam periodicamente medições da emissão de poluentes de sua frota, para manter o controle de acordo com a legislação vigente. Além disso, elas possuem as Certificações das Normas ISO 9001 – Qualidade, e ISO 14001 – Meio Ambiente, o que confirma a preocupação do grupo com o serviço prestado à população e com os impactos da sua operação no meio ambiente.

Com o Programa Despoluir, a CNT e o Sest-Senat estimulam e defendem um transporte cada vez mais limpo, eficiente e sustentável, que traz benefícios não apenas aos trabalhadores, mas principalmente a toda a sociedade.

Sistema de fiscalização tradicional é trocado por modelo digital, feito em tempo real, com o uso de monitoramente via GPS: mais agilidade na operação das linhas

 

A Expresso Campibus, concessionária do transporte coletivo urbano de Campinas e que integra o Consórcio Concicamp, implantou um novo processo de fiscalização da operação das linhas de ônibus da concessionária.

Agora, a fiscalização é feita por meio do aplicativo CittaSuper. “Por meio de um tablet, o agente de fiscalização recebe as informações em tempo real sobre a operação das linhas, horários das próximas partidas e previsão de chegada e saída. O fiscal ainda consegue visualizar, em tempo real, a localização do veículo, o que possibilita o monitoramento constante da operação. E por utilizar o formato digital com monitoramento via GPS, o aplicativo facilita a comunicação entre a Fiscalização, o Centro de Controle Operacional e a Equipe de Gestão da Expresso Campibus”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas (SetCamp).

A novidade foi implantada pela concessionária que opera na Área 2, linhas vermelhas, nos terminais Mercado, Central e Padre Anchieta, e torna mais ágil o serviço dos fiscais da empresa, que antes trabalhavam de forma manual e física. Com a plataforma digital, o processo para verificar o cumprimento de horários e itinerários, entre outros itens, está mais assertivo.

A novidade proporciona, portanto, um controle da frota em tempo real, com informações exatas sobre a operação das linhas, o que melhora os processos operacionais da empresa e traz mais agilidade na substituição de veículos e motoristas nas linhas, quando isso for necessário. Além disso, a mudança agiliza a análise e execução de ações relacionadas à operação das linhas, que refletem diretamente em melhorias para os Clientes; e ainda reduz muito o volume de folhas impressas, com contribuição ao meio ambiente.

Publicado em: 29 de agosto de 2020

Diário do Transporte: https://diariodotransporte.com.br/2020/08/29/opiniao-protocolo-transporte-seguro/

Roberto Sganzerla

A pandemia causada pela covid-19 foi algo sem precedentes, portanto não tínhamos um manual de comunicação aplicado a mobilidade urbana, para tempos como estes, isto requereu a criação de uma estratégia totalmente nova de Marketing de Crise, composta por estratégias de comunicação efetivas capazes de conter a preocupação do público e, ao mesmo tempo, informar os cidadãos quanto a prevenção e cuidados.

A grande imprensa e alguns órgãos de controle tem se manifestado publicamente de maneira irresponsável, afirmando que o transporte coletivo é um local de grande risco de contagio, sendo que não há nenhuma evidencia científica que comprove tais afirmações. A grande maioria das empresas de transporte coletivo por ônibus tem adotado medidas de segurança, a semelhança de outros setores como shopping centers, supermercados, restaurantes etc..

Portanto o transporte público sendo operado com “protocolos”, e os passageiros fazendo a sua parte na prevenção, pode sim ser um meio seguro para a mobilidade urbana.

Temos diversos estudos, pesquisas e trabalhos internacionais, como também bons textos já produzidos no Brasil, que mostram que o transporte coletivo pode ser um meio seguro, por mais que alguns jornalistas não queiram!

Estudo da ATP mostra que transporte público é seguro e tem risco menor de contágio, WILLIAN MOREIRA, Diário do Transporte, 17 de junho de 2020;

Andar de Ônibus é arriscado? Ele pode ser mais seguro do que você pensaPAULO GUIMARÃES, Diário do Transporte, 03 de agosto de 2020;

Tentando afastar o medo do ônibus, ROBERTA SOARES, Jornal do Comercio, Recife 04 de agosto de 2020;

 Transcol: a repercussão do coronavírus no transporte coletivo, MURILO LARA, A Gazeta, Vitória 14 de agosto 2020.

Menos de 1% dos funcionários das empresas de ônibus contraíram a covid-19, site da  ATP, 20 de agosto de 2020;

Reconquista da confiança do cliente

 Um estudo desenvolvido pela Marcopolo e a Universidade de Caxias do Sul/RS, constatou que o volume de ar por pessoa dentro de um ônibus chega a ser 63% superior do que o exigido pela ABNT para renovação de ar em estabelecimentos comerciais como shopping certes, bancos, supermercados, academias, aeroportos entre outros.

Mas os shoppings centers, por exemplo, conseguiram reabrir em muitas cidades antes até do que os parques públicos ao ar livre, por que preparam um Protocolo de Segurança, com um conjunto de medidas consistente e foram eficazes em apresenta-las as autoridades locais e a população.

O Setor de Transporte precisa fazer o mesmo, comunicar-se melhor com a cidade e com as autoridades, e mostrar que ele também adotou um conjunto de medidas de segurança na prevenção da covid-19, e assim começar a reconquistar a confiança do cliente e a recuperação gradual da demanda.

Protocolo Transporte Seguro

O primeiro passo é elencar as medidas de segurança que já estão sendo realizadas diariamente na operação, e coloca-las em forma de “protocolo”, para dar consistência e musculatura ao conjunto de ações, depois preparar uma campanha e comunica-la de maneira efetiva, onde a elaboração de um vídeo, neste caso, é o mais indicado como veremos a seguir em alguns cases.

Em outros países onde a retomada da mobilidade no transporte público já está ocorrendo, os operadores que implementaram protocolos de segurança, já estão sendo certificados como espaço seguro contra contágio de covid-19, como é o caso da TMB – Transportes Metropolitanos de Barcelona, por exemplo.

Roberto Sganzerla

Especialista em Marketing de Transportes e Mobilidade Urbana

Mestrado em Liderança pela Andrews University – Berrien Springs, MI – USA

MBA em Gestão de Negócios e Liderança

Pós-Graduação em Marketing

 

Confira a matéria completa no link acima.

Publicado em: 28 de agosto de 2020

Diário do Transporte: https://diariodotransporte.com.br/2020/08/28/risco-de-contagio-pela-covid-19-em-transporte-publico-e-menor-que-em-residencias-com-cinco-moradores-ou-mais-diz-inquerito-sorologico-da-capital-paulista/

ADAMO BAZANI

Colaboraram Jessica Marques e Willian Moreira

Atualmente na cidade de São Paulo corre mais risco de se contaminar com o novo coronavírus, causador da Covid-19, quem mora com cinco ou mais pessoas do que quem usa o transporte público.

O dado faz parte do mais recente inquérito sorológico da capital paulista realizado pela Universidade de São Paulo e pela prefeitura.

Foram pesquisados 3.217 domicílios (excluindo imóveis comerciais) e a coleta na base das 472 Unidades Básicas de Saúde foi entre os dias 18 e 20 de agosto. Foi a quarta fase do inquérito, que realizou testagem nas pessoas pesquisadas.

O índice de prevalência, em toda a cidade, é de 11%, ou seja, estima-se que 1,3 milhão dos 12 milhões de moradores da capital paulista, já tiveram contato com o vírus.

De acordo com o levantamento divulgado nesta quinta-feira, 27 de agosto de 2020, nas residências com cinco ou mais moradores , a prevalência, ou seja, o risco de contágio foi de 16%.

Entre os que declararam usar o transporte público, nesta quarta fase do inquérito sorológico, a prevalência foi de 10,3%, bem menor que as pessoas que moram em casas com cinco ou mais ocupantes, e um pouco menor entre as pessoas que não usam o transporte coletivo que totalizaram 11,3%.

Em relação à ocupação dos paulistanos, o inquérito sorológico comprovou que quem trabalha em casa está mais protegido, com prevalência de 4,4%. O maior risco está entre os que se declararam estar desempregados: 18,1%. Entre os que trabalham fora de casa, a prevalência é de 11,9%.

Na apresentação, o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, disse que o risco de contágio em famílias grandes é maior que nos ônibus.

“Um dado importante que mostra a questão do uso do transporte coletivo pelas pessoas nos aponta que o fator principal do processo de contaminação é muito mais o da residência, da transmissão na família, do que eventualmente a transmissão de quem utilizou o transporte coletivo. Esse é um dado novo e foi possível a gente fazer a tabulação e compararmos com as outras três fases. Quem utilizou e quem não utilizou o transporte coletivo é possível perceber nesta fase 4, pequena diferença, praticamente não existe diferença”. – explicou o secretário.

Um dos motivos para este dado é que no transporte público as pessoas estão mais cautelosas, com máscaras e usando álcool em gel que levam nas viagens, enquanto que em casa, a tendência é de relaxarem.

Em relação à faixa etária, o maior índice de contaminação é entre pessoas de 18 a 34 anos (13,1%).

Levando em conta a raça e a etnia, a contaminação maior é entre pretos e pardos (15,1%), o dobro que nos brancos (7,5%).

A classe com maior risco é a D/E, com prevalência de 18,2%, quase cinco vezes mais que na classe A/B, cuja prevalência é de 4,4%

 

O posto da Transurc no Campinas Shopping retoma o atendimento presencial para os usuários do transporte coletivo de Campinas, juntamente com as demais atividades do Poupatempo, a partir desta quarta-feira.
Serão retomadas no local, as vendas de QR Code, recarga e cadastro do Bilhete Único, além da emissão da 1° via do BU Idoso, que volta a ser feita a partir da próxima segunda-feira, conforme determinação da Secretaria de Transportes. O atendimento será das 9h às 19h.
A reabertura gradual das unidades do Poupatempo em todo o Estado começou em 19 de agosto e segue as diretrizes do Plano São Paulo. Como medida de prevenção ao novo coronavírus, a reabertura acontece com 30% da capacidade de atendimento e prioriza os atendimentos que não podem ser realizados de forma digital.
O Campinas Shopping está localizado na Rua Jacy Teixeira de Camargo, n° 940, no Jardim do Lago. O funcionamento do shopping, neste período de retomada do comércio, é de segunda a domingo, das 12h às 20h.

Todos os ônibus da frota da VB3, uma das concessionárias do transporte urbano de Campinas, receberam o Selo Verde por atender os requisitos exigidos pelo programa Despoluir, uma iniciativa conjunta da Confederação Nacional do Transporte (CNT), do Serviço Social do Transporte (Sest), do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) e da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo (FETPESP).

Para conseguir este selo, os responsáveis pelo programa avaliam a emissão de poluentes na frota das empresas, por meio de uma inspeção acreditada pela Cetesb. As empresas, cujos veículos são aprovados na inspeção, são enquadradas como empresas parceiras do meio ambiente.
A VB3, que opera na área 3 da cidade, cujos veículos são pintados na cor verde, foi a primeira empresa do setor a passar por esta inspeção e receber os selos em 100% da frota. Segundo Paulo Barddal, diretor de Comunicação do Grupo Belarmino, do qual a VB3 é integrante, receber este selo verde demonstra o quanto a empresa está comprometida com a qualidade de sua frota.
A concessionária já realiza periodicamente medições da emissão de poluentes de sua frota, para manter o controle de acordo com a legislação vigente. Além disso, possui as Certificações das Normas ISO 9001 – Qualidade, e ISO 14001 – Meio Ambiente, o que confirma a preocupação do grupo com o serviço prestado à população e com os impactos da sua operação no meio ambiente.
Com o Programa Despoluir, a CNT e o Sest-Senat estimulam e defendem um transporte cada vez mais limpo, eficiente e sustentável, que traz benefícios não apenas aos trabalhadores, mas principalmente a toda a sociedade.

Iniciativa une trabalhadores e concessionárias do transporte e beneficiará centenas de famílias e entidades

A Associação das Empresas de Transporte Urbano de Campinas (Transurc), o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas (SetCamp) e o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Campinas e Região se uniram para criar a campanha solidária Desafio do Bem. Durante dois meses, muitos motoristas, fiscais, inspetores, mecânicos, eletricistas e pessoal do administrativo doaram alimentos para ajudar quem está mais necessitado nesta época de pandemia.

“A ideia nasceu de uma conversa nossa com os donos das concessionárias. Para cada quilo de alimentos que conseguíssemos arrecadar, as empresas do urbano de Campinas doariam um quilo”, afirma Jeremias Nunes dos Santos, secretário geral do Sindicato dos Rodoviários. Nesta semana, as doações foram contabilizadas e o total arrecadado, já com a contribuição da Transurc e do SetCamp, chegou a 5.650 quilos de alimentos.

Os donativos beneficiarão dezenas de profissionais afastados por conta do coronavírus e aposentados do setor do transporte urbano, além de famílias e pessoas necessitadas de Campinas. “Inicialmente, pensávamos em fazer a ação para ajudar os profissionais afastados e aposentados. Mas como a arrecadação superou as expectativas iniciais, estendemos para famílias necessitadas e entidades beneficentes”, afirma Paulo Barddal, diretor da Transurc e do SetCamp.

As entregas das cestas básicas serão feitas hoje e amanhã. Os alimentos arrecadados foram arroz, feijão, macarrão, óleo, café, sal, açúcar, fubá e farinha de mandioca. Cada cesta, em média, tem 25 quilos de alimentos.

Solidariedade

O Desafio do Bem atenderá também as entidades Cidade dos Meninos, a Casa da Sopa, o Instituto Padre Haroldo, o Instituição Assistencial Dias da Cruz, a Associação Beneficente Acácia de Sousas (Abas) e a Associação dos Moradores do Núcleo Residencial Vila Vitória. Os organizadores da ação entenderam que o momento é muito delicado para as entidades beneficentes da cidade que, com o agravamento da crise, passam por dificuldades na arrecadação de recursos.

Serão destinados 600 quilos de alimentos para a Casa da Sopa, 450 quilos para a Cidade dos Meninos, 450 quilos para o Instituto Padre Haroldo e 450 quilos para a Instituição Assistencial Dias da Cruz.

A Abas, que atende famílias carentes do distrito de Sousas, receberá 1.000 quilos de alimentos, e a Associação dos Moradores e Amigos do Núcleo Residencial Vila Vitória receberá outros 600 quilos, os quais serão distribuídos entre os moradores. Cerca de 2.100 quilos serão entregues aos trabalhadores afastados e aposentados.

Backbus em ônibus e peças nas redes sociais, em apoio ao Hemocentro da Unicamp, informam que a doação é segura e salva vidas

  

A Associação das Empresas de Transporte Urbano de Campinas (Transurc) e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas (SetCamp) entraram na luta para estimular o aumento de doações de sangue na cidade. Serão instalados backbus em oito ônibus de concessionárias da cidade, que rodarão por diversos bairros com o tema: “Seja Solidário! Doe sangue e nos ajude a salvar vidas”, além de mensagens nas redes sociais das entidades.

Devido à pandemia da Covid-19, houve uma redução significativa dos estoques de sangue necessários para salvar vidas diariamente. Por isso, a Transurc e o SetCamp, com o apoio do Hemocentro da Unicamp, resolveram sensibilizar a população e criar a campanha para estimular a doação de sangue.

De acordo com o Ministério da Saúde, a coleta de bolsas de sangue já registrava uma queda de 2,5% nos últimos quatro anos, fato que se tornou ainda mais preocupante com a pandemia da Covid-19. Atualmente, apenas 16 de cada mil habitantes são doadores de sangue no Brasil, o que corresponde a 1,6% da população.

O ministério reforça que a doação é necessária para manter os estoques de sangue para atendimentos de emergência, cirurgias de grande porte e tratamento de pessoas com doenças crônicas.

O Hemocentro da Unicamp registrou uma queda de 16% nas coletas de sangue no mês de junho deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Tal queda só não foi tão expressiva como em outros pontos de coleta do país por conta da realização da campanha Junho Vermelho, que terminou com a realização de uma maratona de doações de sangue e que aumentou em 120% a coleta em apenas um dia.

O Hemocentro da Unicamp é responsável por abastecer mais de 95% de toda a rede SUS de Campinas e região, sendo o único responsável por abastecer toda a demanda de transfusões do Hospital de Clínicas da Unicamp, do Caism, do Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, do Centro Boldrini e do Hospital Municipal Ouro Verde, além de toda a demanda SUS do Hospital Puc-Campinas e da Santa Casa de Campinas.

Os pontos de coleta são o Hemocentro da Unicamp, o Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, o Hospital Estadual de Sumaré ou o Hemonúcleo de Piracicaba. Todos aptos a receber os doadores de sangue com toda a segurança. As doações podem ser feitas com hora marcada, por meio de agendamento. Os interessados devem entrar no link: https://agendamento.hemocentro.unicamp.br/ e escolher o melhor local para o atendimento.

Foram contempladas 37 entidades assistenciais de Campinas, com 21.346 peças doadas

A Associação Pestalozzi de Campinas, entidade que atua na área de educação especial de crianças, jovens e adultos com deficiência múltipla, intelectual e TEA – Transtorno no Espectro Autista, foi a última entidade beneficiada pela Campanha do Agasalho Transurc 2020. A Campanha deste ano alcançou 37 entidades assistenciais, com 21.346 peças doadas.

A campanha é promovida todos os anos, pela Associação das Empresas de Transporte Urbano de Campinas (Transurc) e pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas (SetCamp). Nesta edição, contou com o apoio da Associação Beneficente Acácia de Sousas (ABAS) e do Espaço Infantil Corrente do Bem.

Em alusão a pandemia do novo coronavírus, que tornou a campanha ainda mais necessária para ajudar tantas famílias em dificuldades neste momento, a ação teve como slogan “O frio não fica em quarentena!”. As arrecadações terminaram no dia 26 de junho.

Tradicional na cidade, a Campanha do Agasalho conta sempre com a participação das concessionárias do transporte urbano de Campinas – VB Transportes e Turismo (VB1 e VB3), Itajaí Transportes Coletivos, Onicamp Transporte Coletivo, Expresso Campibus e Coletivos Pádova, e da Região Metropolitana de Campinas (RMC) – VB Transportes e Turismo, Rápido Sumaré, West Side, Transportes Capellini, Lirabus e Viação Ouro Verde.

Entregas realizadas:

  1. Espaço Infantil Corrente do Bem – 390 peças
  2. Centro Social Romília Maria – 598 peças
  3. Lar Alice – 515 peças
  4. Lar dos Velhinhos de Campinas – 527 peças
  5. Instituto Padre Haroldo – 913 peças
  6. SOS Rua – 486 peças
  7. Patrulheiros de Campinas – 596 peças
  8. Creche Vovô Nestor – 620 peças
  9. Igreja Nossa Senhora Aparecida – 524 peças
  10. Centro Pop – 537 peças
  11. Guardinha – 708 peças
  12. Cepromm – 597 peças
  13. Educandário Eurípedes – 578 peças
  14. Casa da Criança Meimei – 583 peças
  15. Cecoia – 581 peças
  16. Casa de Jesus – 568 peças
  17. Associação Evangélica Assistencial – 556 peças
  18. Cidade dos Meninos – 575 peças
  19. Casa Maria de Nazaré (Casa Betel) – 577 peças
  20. APA Solidária – 610 peças
  21. Creche Estrelinha do Oriente – 600 peças
  22. Instituto Dona Carminha – 605 peças
  23. ADRA / Núcleo Professora Cássia Rodrigues Lasca – 573 peças
  24. Casa da Criança Feliz – 560 peças
  25. Uniasec – 550 peças
  26. Sobrapar – 562 peças
  27. Recanto Vovô Antonio – 570 peças
  28. Grupo Esperança e Vida – 563 peças
  29. Casa da Sopa – 567 peças
  30. Igreja Santa Rita de Cássia – 580 peças
  31. Igreja Santo Antonio – 570 peças
  32. Instituto Campineiro dos Cegos Trabalhadores (ICCT) – 581 peças
  33. Centro Social Bertoni – 627 peças
  34. Santuário Nossa Senhora Desatadora dos Nós – 549 peças
  35. Instituição Assistencial Dias da Cruz- 555 peças
  36. Amigos do Bem – 535 peças
  37. Associação Pestalozzi de Campinas – 560 peças

Total entregue –21.346 peças

Três entidades foram contempladas com doações da Campanha do agasalho hoje: os voluntários do Santuário Nossa Senhora Desatadora dos Nós, com 549 peças; a Instituição Assistencial Dias da Cruz, com 555, e os Amigos do Bem, que receberam 535 peças. Com estas entregas, a campanha chegou a 20.786 agasalhos doados, que vão aquecer muitas famílias em situação de vulnerabilidade social.

A campanha é promovida pela Associação das Empresas de Transporte Urbano de Campinas (Transurc) e pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas (SetCamp) e conta com o apoio da Associação Beneficente Acácia de Sousas (ABAS) e do Espaço Infantil Corrente do Bem. Este ano, o slogan remete a pandemia do novo coronavírus: “O frio não fica em quarentena!”.

A arrecadação dos donativos acabou na semana passada e a última entrega de doações será feita amanhã.

A campanha, tradicional na cidade, conta com a participação das concessionárias do transporte urbano de Campinas – VB Transportes e Turismo (VB1 e VB3), Itajaí Transportes Coletivos, Onicamp Transporte Coletivo, Expresso Campibus e Coletivos Pádova, e da Região Metropolitana de Campinas (RMC) – VB Transportes e Turismo, Rápido Sumaré, West Side, Transportes Capellini, Lirabus e Viação Ouro Verde.

Entregas:

  1. Espaço Infantil Corrente do Bem – 390 peças
  2. Centro Social Romília Maria – 598 peças
  3. Lar Alice – 515 peças
  4. Lar dos Velhinhos de Campinas – 527 peças
  5. Instituto Padre Haroldo – 913 peças
  6. SOS Rua – 486 peças
  7. Patrulheiros de Campinas – 596 peças
  8. Creche Vovô Nestor – 620 peças
  9. Igreja Nossa Senhora Aparecida – 524 peças
  10. Centro Pop – 537 peças
  11. Guardinha – 708 peças
  12. Cepromm – 597 peças
  13. Educandário Eurípedes – 578 peças
  14. Casa da Criança Meimei – 583 peças
  15. Cecoia – 581 peças
  16. Casa de Jesus – 568 peças
  17. Associação Evangélica Assistencial – 556 peças
  18. Cidade dos Meninos – 575 peças
  19. Casa Maria de Nazaré (Casa Betel) – 577 peças
  20. APA Solidária – 610 peças
  21. Creche Estrelinha do Oriente – 600 peças
  22. Instituto Dona Carminha – 605 peças
  23. ADRA / Núcleo Professora Cássia Rodrigues Lasca – 573 peças
  24. Casa da Criança Feliz – 560 peças
  25. Uniasec – 550 peças
  26. Sobrapar – 562 peças
  27. Recanto Vovô Antonio – 570 peças
  28. Grupo Esperança e Vida – 563 peças
  29. Casa da Sopa – 567 peças
  30. Igreja Santa Rita de Cássia – 580 peças
  31. Igreja Santo Antonio – 570 peças
  32. Instituto Campineiro dos Cegos Trabalhadores (ICCT) – 581 peças
  33. Centro Social Bertoni – 627 peças
  34. Santuário Nossa Senhora Desatadora dos Nós – 549 peças
  35. Instituição Assistencial Dias da Cruz- 555 peças
  36. Amigos do Bem – 535 peças

Total entregue –20.786 peças