A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) e seus postos de recarga de Bilhete Único atenderão em horários especiais nos dias de jogos da Copa do Mundo 2014.
Na sede da associação, localizada na Rua 11 de Agosto, 757, Centro, e no Expresso Bilhete Único, o atendimento nos dias 12 e 23 de junho será até às 15h. Já no dia 17, o atendimento será até às 14h.
Nos postos de atendimento dos terminais Barão Geraldo, Campo Grande, Central, Mercado, Metropolitano e Ouro Verde, as vendas serão interrompidas nos dias 12 e 23 de junho, das 17h às 19h. No dia 17 de junho, os postos ficarão fechados das 16h às 18h. Após o término dos jogos, o atendimento será normal até o horário de fechamento, às 21h.

A Associação das Empresas do Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) implantou um projeto piloto para fazer o cadastro do Bilhete Único Comum na sua Rede de Representantes Credenciados. O software que permite que a operação seja feita foi desenvolvido pelo corpo técnico da Transurc, empresa que se transformou em referência na América Latina para gestão de sistemas de bilhetagem eletrônica. “Trabalhamos no sentido de expandir os pontos de cadastramento do Bilhete Único além dos terminais de ônibus e na nossa sede. Temos hoje 290 estabelecimentos comerciais credenciados em toda a cidade e queremos aproveitar o potencial para facilitar ainda mais a vida dos usuários de ônibus”, afirma Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da associação.

Os primeiros testes começaram a ser realizados ontem no credenciado Drogaria Sidarta. O ponto foi escolhido devido à sua localização na Rua Oswaldo Barthelson, 1.111, uma via de grande movimento, além de ter condições para fazer o atendimento, com computador no balcão com acesso à internet e atendente disponível. Para fazer a primeira via do cartão Bilhete Único Comum no local, basta o interessado apresentar RG, CPF ou carteira de habilitação.

Com esses documentos, é possível verificar se o usuário tem algum tipo de cartão cadastrado em seu nome e, caso não tenha, o Bilhete Único Comum é feito imediatamente. O cartão vem pré-carregado com duas tarifas (R$ 6,00), pagas logo após a retirada do cartão, que pode ser utilizado em seguida. Posteriormente, se a pessoa quiser personalizar o cartão com o nome, poderá dirigir-se até a sede da Transurc, na Rua 11 de Agosto, 757, Centro.

Economia e benefícios

Quem tem o cartão Bilhete Único pode usar até três ônibus no período de duas horas e o Passe Lazer dois domingos por mês. O usuário ainda tem a vantagem de poder avisar à Transurc se perder ou tiver o cartão roubado e, dessa forma, bloquear o saldo de crédito existente. Além de proporcionar a integração e agilidade, o cartão BU também é mais seguro para os usuários. A utilização do cartão diminui o volume de dinheiro em circulação dentro dos ônibus, reduzindo o risco de assaltos.

Recarga fácil e rápida

O cartão pode ser recarregado em um dos pontos de vendas da Transurc localizados nos terminais de ônibus Central, Mercado, Barão Geraldo, Ouro Verde, Campo Grande e no Poupatempo Centro ou ainda em um dos 290 estabelecimentos que fazem parte da Rede Credenciada. A localização dos estabelecimentos comerciais da Rede de Credenciados pode ser obtida no site da Transurc (site.transurc.com.br) ou nos guias de bolso que são distribuídos nos pontos de venda da associação.

Acordo realizado nesta manhã, na segunda audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT) acabou com a possibilidade da greve, marcada para a zero hora de amanhã. O acordo, feito com a mediação do desembargador Henrique Damiano, vice-presidente do TRT, do procurador Claude Henri Appy, do Ministério Público do Trabalho (MPT), representantes das empresas e diretoria do Sindicato dos Rodoviários de Campinas, reajusta os salários e benefícios de forma linear em 9%, a partir de 1º de maio.

Tão logo a proposta foi feita pelas concessionárias, o Sindicato dos Rodoviários realizou uma assembléia no próprio saguão do TRT e a mesma foi aceita pela categoria. “Inicialmente, as concessionárias tinham oferecido um índice de reposição inflacionária de 5,82% (INPC). A primeira proposta foi feita no dia 15 de maio foi rejeitada na mesa de negociação e, na mesma audiência, as operadoras elevaram o índice para 6,32% mas, em assembléias realizadas no mesmo dia, o novo índice foi rejeitado”, afirma Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), entidade que congrega as concessionárias.

As audiências de conciliação foram pedidas pelo Sindicato das Empresas de Transporte Metropolitano e Urbano de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas (SetCamp), que representou as concessionárias do transporte de Campinas no processo contra o Sindicato dos Rodoviários. “As concessionárias, desde o final de abril, tentam evitar a greve. Elas têm hoje um desequilíbrio econômico-financeiro no contrato e, mesmo assim, não mediram esforços para evitar um movimento paredista pois sabem que uma greve traz grandes prejuízos à população”, diz Barddal.

Também foi considerado o fato de a cidade ser subsede para a Copa do Mundo e, uma paralisação às vésperas da competição, jogaria um foco muito negativo sobre a cidade. O SetCamp e as concessionárias, na audiência do dia 15, solicitaram a presença de um representante da Prefeitura de Campinas. Hoje, compareceu o secretário Wanderley de Almeida, de Assuntos Institucionais, “que informou que há predisposição da Municipalidade em discutir o equilíbrio econômico-financeiro do sistema, embora já haja fixação no Orçamento de 2014 para reajuste dos valores subsidiados no percentual de 7%”.

A VB Transportes e Turismo, concessionária que opera 53 linhas na área verde, esclarece que teve os seus serviços paralisados hoje por cobradores e motoristas sem qualquer tipo de aviso prévio. Os 283 ônibus estão parados na garagem desde às 4 horas até o momento. Embora a empresa esteja tentando negociar com os colaboradores, até o momento, não há sequer uma representação formal pela parte dos mesmos.

O movimento, considerado ilegal e abusivo, causou prejuízo para 80 mil passageiros no período da manhã. A concessionária, em conjunto com o Sindicato dos Rodoviários de Campinas e Região, buscam entender a motivação da paralisação, uma vez que as operadoras do transporte coletivo urbano, o Sindicato das Empresas de Transporte Metropolitano e Urbano de Passageiros da RMC (Setcamp) e o sindicato da categoria estão negociando o Acordo Salarial de 2014.

Hoje pela manhã, estava agendada uma reunião entre as partes para às 9h30 mas, devido ao movimento pontual na VB, começou com uma hora de atraso e, até este momento, acontece na sede da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc). A reunião de hoje é a quarta que ocorre desde que as partes iniciaram as negociações referentes à data-base da categoria, dia 1º de maio.

A partir da próxima terça-feira, dia 13, as partes envolvidas iniciam as negociações das cláusulas econômicas, pois ainda estão aguardando por parte do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a divulgação do INPC referente ao mês de abril. Portanto, o movimento hoje deflagrado pelos funcionários da VB pode ser considerado totalmente irregular, pois ainda está sendo finalizada a discussão das cláusulas sociais.

 

O engenheiro eletricista Carlos José Barreiro assumiu no começo deste ano o cargo de secretário de Transportes de Campinas e presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). O jornal O Coletivo conversou com ele sobre os seus projetos, entre eles o plano viário da cidade e a extinção do cobrador nos ônibus.

 

O assunto em pauta no transporte atualmente é a extinção do cobrador dentro dos ônibus. Por que existe essa necessidade e quais os planos de requalificação profissional?

Participei de uma assembleia no Sindicato dos Rodoviários para apresentar o projeto do BRT e, no final, houve um debate e boa parte das perguntas foi sobre a história dos cobradores. No plenário tinha muitos cobradores e a preocupação deles era essa. E a resposta que eu dei para todas as perguntas foi a seguinte: A Emdec entende que a retirada dos cobradores dos ônibus é um processo natural e evolutivo de modernização do sistema de transporte público do município. Ou seja, é inexorável que em algum tempo nós não vamos ter mais nenhum cobrador dentro dos ônibus e é dessa forma que se faz em todos os países de Primeiro Mundo que têm transporte público de qualidade. O sistema nesses lugares, o que vamos implementar aqui, elimina o dinheiro no ônibus. Mas há um compromisso da Emdec com os operadores para que os cobradores sejam reaproveitados em outras funções. O prazo para o projeto ser implantado é até o meio deste ano.

E como será o projeto para a retirada do dinheiro dos ônibus?

Estamos discutindo as melhores soluções técnicas para a implantação do projeto. Precisamos resolver o problema do usuário eventual, aquele que vem com dinheiro, chegou a Campinas agora e vai pegar ônibus na rodoviária. Como ele vai fazer porque só tem o dinheiro no bolso? Além disso, qual a qualificação adicional que os motoristas que vão operar sem cobrador terão? Vamos ver o que será preciso para preparar o motorista a fim de trabalhar na nova configuração. Depois de termos resolvido isso, precisamos programar a implantação do projeto e, concomitantemente, criar oficialmente um programa de requalificação dos cobradores.

Enquanto o BRT não vem, o que o senhor pretende fazer para melhorar a fluidez do transporte público? 

Depois que cheguei à Emdec me deparei exatamente com esse problema. A Emdec não dispõe de um Plano Viário, que é, na minha visão, a primeira coisa que um executivo ao chegar aqui deveria fazer. Dois planos estão sendo traçados para resolver o problema do trânsito: o primeiro eu o denomino de Plano Emergencial de Pontos Críticos. Temos medições do volume de veículos por dia nas principais artérias da cidade e, em função do volume, selecionamos os principais pontos críticos. O plano definirá quais são as ações para cada um dos pontos a fim de melhorar a fluidez do trânsito. Prevemos a mudança de mãos de ruas, inversão do fluxo de vias em determinados horários, entre outras medidas, para que a fluidez do trânsito melhore já. Pretendo concluir esse plano em abril e começar a implantá-lo a partir de maio.

Esse plano resolve o problema de Campinas a longo prazo? Não, não resolve. O que resolve é o Plano Viário. Olhamos para a cidade daqui a 20 anos, 30 anos e, por meio de projeções, simulamos cenários com base em premissas que incluem a priorização completa do transporte público em comparação com transporte individual. O BRT é um exemplo no qual teremos diversos corredores, assim como o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O plano está sendo traçado e vamos buscar financiamento para implementá-lo.

Ele será maciçamente discutido com a opinião pública para que seja o plano da cidade de Campinas, não apenas da Emdec ou do governo.

Existe uma tese equivocada de que a frota de Campinas precisa ser aumentada. Como o senhor vê esses pedidos: de que mais ônibus precisam ser colocados nas ruas, sem resolver o problema do trânsito?

Temos tido muitas reclamações com relação a isso. Qual é a sensação para a pessoa que vê o ônibus lotado ou atrasado? Geralmente, a solução única para essa pessoa é “põe mais ônibus nessa linha ou faz uma linha mais exclusiva para mim”. A Emdec está analisando Campinas como um todo, todos os bairros, todas as linhas, tudo o que temos em termos de planejamento, programação e operação das linhas. As conclusões são as seguintes: existem algumas linhas em que, provavelmente, há excesso de oferta, ou seja, há mais vagas disponíveis do que a demanda, ou melhor, é uma linha que pode ser reprogramada para ser reduzida. Temos também a situação inversa, na qual há menos ofertas do que a demanda. E tem outras linhas que provavelmente não estejam tão bem desenhadas como deveriam.

Não sei se o senhor teve oportunidade de conhecer a região do Jardim Monte Belo, Carlos Gomes e Gargantilha, mas lá os veículos quebram a todo momento e a manutenção chega a ser oito vezes mais cara. Há algum plano para melhorar o viário no local?

Naquela região, a reclamação na Emdec é recorrente e chegamos à conclusão de duas coisas: a qualidade da via pública lá é muito ruim, então fiz uma ação com a Secretaria de Serviços Públicos e conversei com eles umas duas vezes. Foi disponibilizado um engenheiro para atender as necessidades da região até que a satisfação esteja completa. Eu não posso pavimentar as vias, mas podemos fazer muita coisa para melhorar. Não dá para ter melhoria no transporte na região se a via que oferecemos é de péssima qualidade.

O sistema está deficitário e existe um cenário de desequilíbrio financeiro. Dependendo do que for implantado, o desequilíbrio poderá aumentar. O senhor tem algum modelo para equacionar o problema? 

É simples a resposta: não é possível pensar que existe mágica, nem aquela história de quem tem almoço de graça. Na vida real, na vida das empresas – e nós somos também uma empresa aqui, que é gestora de um sistema enorme –, é necessário que haja um equacionamento dessas coisas, ou seja, toda vez que o Poder Público decide fazer algum tipo de transformação no sistema atual para um sistema novo, isso implica a geração de novos custos e eventualmente novas receitas. O que tem de ser feito e o que vai ser sempre feito aqui é uma discussão bem aberta e transparente. Quando assumi a secretaria, os jornalistas perguntaram sobre o modelo de gestão que iria implementar. O que eu respondi foi que é preciso ter transparência. Não dá para admitir que o cidadão campineiro, que é quem paga a tarifa, não saiba exatamente como ela é calculada, quais são os custos que compõem o sistema. O segundo ponto é o envolvimento das partes. Temos o mesmo interesse de que o sistema de transporte público funcione bem para que a população campineira seja bem atendida. A diferença é que os operadores são empresas privadas que visam ao lucro e isso é legítimo. Nós somos o Poder Público e queremos que funcione bem mas que haja o lucro, que é inerente ao seu negócio. É assim que funciona em qualquer lugar do mundo. Então, esse conjunto que eu estou chamando de envolvimento é que propicia que essas coisas sejam discutidas claramente. Nós vamos discutir abertamente e eu tenho algumas vantagens: primeiro, sou engenheiro; eu já fiz projetos de diversas naturezas a vida toda. Eu sei fazer contas, sei como se calcula o custo/benefício, a taxa de retorno. Sei o valor correto de tudo isso. Então a conversa vai fluir, não tenho dúvida.

 

As empresas do transporte coletivo entregaram 15 novas vans adaptadas para o PAI-Serviço, no Largo da Catedral Metropolitana de Campinas, em 19 de março. O investimento foi de R$ 2 milhões. Com os 10 veículos adaptados entregues em dezembro, são 25 novas vans para atender pessoas com restrições severas de mobilidade.

Com essa nova remessa, a frota do PAI-Serviço dobrou em relação ao ano passado, e agora possui 50 vans e dois ônibus acessíveis para o atendimento aos 2.028 usuários cadastrados. “Nós também aumentamos a capacidade de passageiros transportados, pois essas novas vans transportam até três cadeirantes ao passo que as antigas transportam dois”, conta Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc).

A cerimônia foi presenciada por secretários municipais, vereadores, empresários do setor de transporte, representantes de conselhos municipais e da sociedade civil, populares que passavam pela praça e pelos motoristas que irão dirigir as novas vans. “Trata-se de um passo muito importante para ampliar a acessibilidade em Campinas”, frisa o empresário Belarmino da Ascenção Marta Junior, presidente da Transurc e diretor da VB Transportes e Turismo, uma das concessionárias que fizeram o investimento.

O Programa de Acessibilidade Inclusiva (PAI) tem um atendimento especial, chamado de PAI-Serviço, que garante o transporte gratuito porta a porta e porta a ponto de ônibus às pessoas com restrições severas de mobilidade, que fazem uso de andadores ou cadeiras de rodas. Os deslocamentos podem ser realizados para tratamentos médicos, trabalho, estudo e atividades de lazer. O transporte é realizado das 6h até as 23h50. O programa também possui um telefone gratuito, que atende das 6h até as 24h, todos os dias da semana, inclusive feriados, pelo telefone 0800 600 1517. As solicitações devem ser feitas com dois dias de antecedência.

Em 2013, o PAI-Serviço atendeu 31.882 solicitações, sendo 72% destinadas ao tratamento de saúde. Também foram realizadas mais de 60,6 mil viagens.

Motoristas do PAI-Serviço fazem treinamento

Os 18 novos motoristas que integram o PAI-Serviço fizeram treinamento na Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) em 15 de março. Com duração de quatro horas, o curso abordou a humanização do atendimento. “Trabalhamos o acolhimento das pessoas com diversos tipos de deficiências, como as abordagens devem ser feitas. Também fizemos uma vivência sobre deficiências como as dos cadeirantes e deficientes visuais para sentirem como é estar no lugar dessas pessoas”, explicou José Teixeira Bozza, analista de Recursos Humanos da Emdec.

Os profissionais também fizeram treinamento nas garagens para operar os veículos e atender os usuários do serviço.

 

O ônibus prefixo 4874, da linha 413 – São José/Centro, foi incendiado hoje, logo após a meia-noite (00h5). O crime aconteceu na Rua Daltair Paulino, em frente ao número 680, no São José. Quatro bandidos armados, dos quais três encapuzados, forçaram os 45 passageiros a descer do veículo e o incendiaram.

Segundo populares, o incêndio foi uma retaliação à morte de dois bandidos ontem, durante assalto a estabelecimento no DIC 4.
O ônibus, ano 2010, está avaliado em R$ 180 mil e a perda foi total. Era a última viagem do dia e faltavam seis paradas para chegar ao ponto final, para então, ser recolhido à garagem.
Além desse veículo, mais três ônibus, dois da VB e outro da Onicamp, foram apedrejados ontem na Rodovia Santos Dumont, na altura da passarela do Parque Oziel, local onde costumeiramente ocorrem esse tipo de vandalismo.

 

As concessionárias já entraram no clima da Copa do Mundo 2014 e pintaram um ônibus nas cores verde e amarelo. O veículo, prefixo 3180, começa a circular na quarta-feira, dia 9 de abril, na linha 3.53 – Estação Expedicionário/Jardim Miriam. Ele foi entregue pelo Consórcio UrbCamp, formado pela VB Transportes e Turismo e Coletivos Pádova, na sexta-feira, dia 4, no Terminal Barão Geraldo, com os demais 28 veículos que circularão na área 3 (linhas verdes).

O ônibus é decorado com cinco estrelas azuis com bordas douradas, em referência aos títulos conquistados pelo Brasil. Linhas brancas, simbolizando um cometa, cortam o veículo horizontalmente e, ao final, na parte superior é colocado 2014, ano que será comemorado a segunda Copa do Mundo no país do futebol. O veículo também marca o milésimo ônibus das concessionárias do sistema em operação. Ele circulará, por períodos determinados, em diversas linhas.

Em março, o consórcio UrbCamp, formado pelas empresas VB Transportes e Turismo e Coletivos Pádova, já havia entregue outros 35 veículos novos, já em operação na mesma área. O investimento total das empresas nos 64 ônibus totalizou R$ 17,92 milhões e foi financiado pelos bancos Volvo -20%- e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) -80%.

 

 

As concessionárias do transporte público coletivo entregaram mais 29 novos ônibus acessíveis para a área 3 do Sistema InterCamp, com investimentos de R$ 8,12 milhões. Os veículos irão beneficiar 17,7 mil passageiros por dia que circulam por linhas das regiões de Barão Geraldo, Centro, Cambuí e Vila Formosa. A acessibilidade passou a marca de 60%.

A apresentação dos novos ônibus foi na manhã de sexta-feira, dia 4 de abril, no Terminal Barão Geraldo. Participaram do evento empresários do setor de transporte, o prefeito Jonas Donizette, o secretário de Transportes e presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), Carlos José Barreiro, secretários, vereadores, representantes de conselhos municipais, usuários do terminal, motoristas e familiares.

“Nós continuaremos com o trabalho de renovação e ao longo das entregas vamos aumentar esses índices de acessibilidade. É preciso ter vontade e interação entre o poder público e as empresas para alcançar esses resultados”, afirmou em discurso Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc).

Inclusão
Com carroceria Neobus modelo Mega Plus e chassi Volvo modelo F270B, todos os 29 novos veículos são acessíveis. Eles são dotados de elevador, para acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; balaústres emborrachados para direcionamento ao botão de parada; botão de parada com indicação em braile; espaço para cadeirantes; bancos para idosos, obesos e gestantes; além de encostos dos bancos mais altos, oferecendo maior conforto e comodidade aos usuários.

Confira as linhas beneficiadas:
3.19 – Parque Cidade / Terminal Barão Geraldo.
3.20 – Real Parque II / Terminal Barão Geraldo.
3.24 – Real Parque / Terminal Barão Geraldo.
3.25 – Vila Santa Isabel / Terminal Barão Geraldo.
3.26 – Vila Independência / Terminal Barão Geraldo.
3.27 – Real Parque / Indústrias / Terminal Barão Geraldo.
3.31 – Terminal Barão Geraldo / Rodoviária.
3.49 – Vila Formosa / Rodoviária.
3.80 – Terminal Central / Cambuí.
5.02 – Circular Centro / Terminal Metropolitano.

O ônibus da Expresso Campibus, prefixo 2645, que faz a linha 222 – Terminal Central/Residencial Sirius, caiu ontem, às 18h50, em um buraco próximo da esquina das ruas Leonor Martins Mansur e Professora Carona de Oliveira. No momento do acidente havia 20 pessoas dentro do veículo e quatro delas, incluindo a cobradora, sofreram ferimentos leves. A Campibus abriu sindicância interna para apurar as causas do acidente, mas já foi descartada a possibilidade de falha mecânica.

O veículo foi liberado após os peritos da Polícia Civil comparecerem ao local e constatarem que não havia nenhuma vítima grave. As vítimas leves, socorridas pelo Samu, foram as passageiras Lurdilene Miranda Lima, Maria Nunes Torres e Maria de Lucas Rocha dos Santos, além da cobradora MAC. O ônibus era dirigido pelo motorista GCV, contratado em 11 de janeiro de 2013 e que está na linha 222 desde 4 de fevereiro de 2013.

Local do acidente

O local do acidente fica próximo ao Residencial Sirius e é um declive com curva fechada no final, com sentido para a direita. Não há qualquer tipo de iluminação e sinalização, tampouco a proteção de guia para evitar a queda de um veículo.

O motorista permaneceu no local até a chegada da Polícia Militar para registrar os fatos e, até o final da tarde de hoje, a Campibus fará o registro do Boletim de Ocorrência. Até agora, a PM ainda não entregou cópia do BO lavrado no local para a empresa.