Com os ataques de ontem à noite, número de veículos da mesma empresa atacados desde a quinta-feira chega a seis
Mais quatro ônibus da VB Transportes e Turismo que opera na área 3 (linhas verdes) foram alvo de crimes de vandalismo ontem, em Campinas. Os atos terroristas ocorreram entre 22h40 e 23h55 e todos tiveram a mesma forma de ataque. Uma dupla utilizando uma motocicleta, armada de revólver para intimidar os motoristas e fazendo ameaças verbais.
“É a mesma maneira como foi atacado o ônibus da VB3 na quinta-feira, na Avenida Nossa Senhora de Fátima, próximo ao Supermercado Dalben, e ontem de manhã, onde outro ônibus da mesma empresa foi atacado, perto do Balão da Morte, no cruzamento das avenidas Jorge Tibiriçá com a Engenheiro Francisco de Paula  Souza”, afirma Paulo Barddal, diretor de Comunicação da VB.
Dos quatro crimes ocorridos ontem à noite, o primeiro aconteceu às 22h40, quando o veículo de prefixo 3898, da linha 3.49, com 30 passageiros no interior, foi atacado na Avenida da Saudade, perto ao Colégio Dom Barreto, que teve um vidro bandeira do lado direito quebrado. “O segundo ocorreu na Avenida Engenheiro Francisco de Paula Souza. O veículo de prefixo 3878 fazia a linha 3.78 e tinha um passageiro dentro. O ataque ocorreu por volta das 23h05, perto da EPTV, e foram quebrados um vidro da porta traseira, um da janela do lado esquerdo, outro do lado direito, além de um vidro bandeira do lado direito”, diz Barddal.
O terceiro caso foi às 23h40, na Avenida Brasil, perto do Colégio Mackenzie. Esse veiculo, de prefixo 3014, fazia a linha 3.13 e estava sem passageiro e teve um vidro da porta dianteira quebrado. O último foi contra o ônibus de prefixo 3948 e o crime aconteceu às 23h55, na Rodovia Professor Zeferino Vaz. O veículo fazia a linha 3.31, estava com cinco passageiros dentro e foi atacado próximo ao Bambini. Foi quebrado um vidro bandeira do lado direito.
“O que nos chamou a atenção é que todos os ataques têm forma semelhante de ação e todos os ataques com motociclistas ocorreram contra seis veículos da mesma empresa. Estamos registrando os boletins de ocorrência desses crimes mas, infelizmente, suspeitamos que se trata de mais um desdobramento da disputa sindical que está, há muito tempo, atrapalhando o transporte e a população de Campinas”‘ afirma Barddal. A empresa agora espera que a Polícia Civil tome as providências cabíveis no sentido de apontar os autores dos crimes.

O acordo firmado entre as empresas concessionárias VB Transportes e Turismo, Itajaí Transportes Coletivo, Expresso Campibus, Onicamp Transporte Coletivo e Coletivos Pádova e o Sindicato dos Rodoviários de Campinas já está protocolado no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região. “Com isso, não há necessidade de haver a Audiência de Conciliação que estava marcada para o final da tarde de hoje”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), a qual as empresas são associadas.

O acordo que colocou fim na greve dos motoristas e cobradores, que se iniciou na última quarta-feira, determina um aumento de 7% no salário e no tíquete refeição, além de R$ 440,00 de Participação nos Lucros e Resultados (PLR). “Ressaltamos a importante participação do prefeito Pedro Serafim para que esta greve terminasse. Ontem, após a primeira audiência, ele procurou ambas as partes envolvidas para pedir rapidez no acordo”, afirma Barddal.

Conflito

Apesar do acordo já feito, a empresa VB na região do Bonfim (área 3 – verde) sofreu durante o início da manhã com a manifestação dos 12 ex-funcionários, que foram demitidos por justa causa na última terça-feira, e tumultuavam a porta da garagem impedindo a saída de 60 dos 286 ônibus. “No entanto, por volta das 9h da manhã estes manifestantes saíram da porta da garagem e liberaram a saída dos veículos. Agora, todas as empresas já estão com 100% da frota operante em circulação”, completou Barddal.

Os representantes das empresas concessionárias VB Transportes e Turismo, Itajaí Transportes Coletivo, Expresso Campibus, Onicamp Transporte Coletivo e Coletivos Pádova chegaram a um acordo com o Sindicato dos Rodoviários de Campinas. O acordo põe um fim na greve dos motoristas e cobradores, que se iniciou na última quarta-feira.

“As partes concordaram em um aumento de 7% no salário e no tíquete refeição, além de R$ 440,00 de Participação nos Lucros e Resultados (PLR)”, diz Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), a qual as empresas são associadas.

A reunião que definiu o novo acordo entrou pela madrugada desta sexta-feira, e será enviado para reconhecimento do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região no início da tarde de hoje. “Ontem, após o término da reunião do TRT, os diretores das concessionárias e a diretoria do Sindicato dos Rodoviários foram procurados pelo prefeito Pedro Serafim que pediu que as partes fizessem o acordo para que a população de Campinas não fosse mais prejudicada”, afirma Barddal.

Conflito

Apesar do acordo já feito, a empresa VB na região do Bonfim (área 3 – verde) sofreu durante o início da manhã com a manifestação dos 12 ex-funcionários, que foram demitidos por justa causa na última terça-feira, e tumultuavam a porta da garagem impedindo a saída de 60 dos 286 ônibus.

“No entanto, por volta das 9h da manhã estes manifestantes saíram da porta da garagem e liberaram a saída dos veículos. Agora, todas as empresas já estão com 100% da frota operante em circulação”, completou Barddal.

As empresas Onicamp Transporte Coletivo, Expresso Campibus, Coletivos Pádova, Itajaí Transportes Coletivos e da VB Transportes e Turismo das áreas 1 (Ouro Verde) e 3 (Bonfim) conseguiram liberar mais alguns ônibus durante o meio da tarde. Com isso o número de coletivos circulando pelas ruas da cidade chegou a 131. Todas as garagens contaram com apoio da Polícia Militar para conseguir liberar os veículos.

“Ressalto que este número representa 14,1% da frota, e ainda está muito abaixo do determinado pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, que obrigou 70% em horários de pico e 50% nos demais horários”, comentou Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), à qual as empresas são associadas.

Mais vandalismo

Um dos ônibus recém-liberado pela VB3, e que fazia a linha 3.45 – Jardim Santana/Cidade Judiciária – foi abordado por duas pessoas em uma moto que, além de ameaçarem o motorista, quebraram um dos espelhos retrovisores. O ato aconteceu próximo ao Supermercado Dalben da Avenida Nossa Senhora de Fátima, no bairro Taquaral.

Esse é o quarto caso de vandalismo do qual os veículos das concessionárias foram alvos hoje (quinta-feira, 17). No período da manhã, três ônibus da Onicamp foram alvos de depredação. No pior dos casos, o coletivo de prefixo 4860, que fazia a linha 4.13 – Jardim São José, foi apedrejado e teve vidros laterais quebrados. “Para piorar a situação, uma das pedras arremessadas atingiu o rosto de uma passageira. Ela foi levada ao Hospital Municipal Mário Gatti, onde passará por uma cirurgia no maxilar”, lamenta Barddal.

As empresas Transportes e Turismo, Coletivos Pádova, Expresso Campibus, Onicamp Transporte Coletivo e Itajaí Transportes Coletivos, por meio da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), encaminharam um requerimento ao comandante Lincon Oliveira Lima, do Comando de Policiamento do Interior (CPI II), para que a Polícia Militar auxilie no cumprimento da determinação proferida pelo desembargador Lourival Ferreira dos Santos, presidente da Seção de Dissídios Coletivos do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, de manter ao menos 70% da frota operando em horários de pico e 50% nos demais horários.

“Precisamos do apoio da PM para evitar mais prejuízos aos bens das empresas e garantir a segurança daqueles colaboradores que desejam trabalhar. Nesta manhã, por exemplo, sindicalistas usaram de violência para impedir a circulação dos veículos. A Onicamp Transporte Coletivo colocou 13 ônibus nas ruas, mas três deles foram apedrejados por manifestantes”, relembra Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc. O requerimento também solicita a segurança dos ônibus ao longo de todo o itinerário, e não apenas no momento da saída das garagens.

O requerimento e o protocolo de recebimento por parte da PM seguem anexos.

As garagens da Expresso Campibus e da VB Transportes e Turismo das áreas 1 (Ouro Verde) e 3 (Bonfim) conseguiram liberar mais alguns ônibus no início desta tarde. A Campibus liberou cinco veículos, enquanto a VB3 soltou outros oito carros para circulação. “Já a garagem da VB1 conseguiu a liberação de 30 ônibus ao longo de todo o dia. Só não conseguimos mais por falta de funcionários e também pelos piquetes que o Sindicato dos Rodoviários de Campinas e Região. Muitos deles, por medo de represália por parte dos sindicalistas, não têm aparecido nas garagens”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), à qual as empresas são associadas.

Agora, ao todo, 96 ônibus estão circulando, ou seja, 9,66% da frota. “Essa liberação foi muito importante, mas ainda temos um número muito pequeno de carros nas ruas. A decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de manter operante ao menos 70% da frota em horários de pico e no mínimo 50% nos demais horário não foi cumprida pelo sindicato nem ontem, nem hoje”, completa Barddal.

A garagem da VB Transportes e Turismo que opera na área 1 (azul), região do Ouro Verde, acaba de conseguir a liberação de 10 ônibus para circulação nas ruas de Campinas. “A ação só foi possível graças ao apoio da Polícia Militar”, ressalta Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc), à qual a VB é associada.

Com isso, sobe de 53 para 63 o número de ônibus das concessionárias em circulação pela cidade. “Essa liberação foi muito importante, mas ainda temos um número muito pequeno de carros nas ruas. A decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de manter operante ao menos 70% da frota em horários de pico e 50% nos demais horário não foi cumprida pelo sindicato nem ontem e nem hoje”, completa Barddal.

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região antecipou a Audiência de Conciliação para hoje (quinta-feira, 17), às 16h30. Esta audiência estava, a princípio, marcada para a próxima segunda-feira (21), mas uma decisão do desembargador Lourival Ferreira dos Santos, presidente da Seção de Dissídios Coletivos, antecipou a reunião.

É importante salientar que o Sindicato dos Rodoviários de Campinas e Região descumpriu, tanto hoje quanto ontem, a determinação do mesmo desembargador, que despachou na terça-feira uma liminar na qual obrigava o sindicato, a partir da zero hora de quarta-feira, a manter o mínimo de 70% da frota operacional nas ruas durante os horários de pico e de pelo menos 50% nos demais horários.

Itajaí, Onicamp e Pádova conseguiram colocar apenas 53 dos 928 ônibus da frota operacional, ou seja, 5,7%; ontem, 66 veículos circularam ou apenas 7% do total

As concessionárias Itajaí Transportes Coletivos, Onicamp Transporte Coletivo e Coletivos Pádova conseguiram colocar apenas 53 ônibus nas ruas, ou seja, 5,7% dos 928 veículos que deveriam estar trafegando no horário de pico. A determinação do desembargador Lourival Ferreira dos Santos, presidente da Seção de Dissídios Coletivos do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, era a de que o Sindicato dos Rodoviários de Campinas e Região, que convocou greve a partir de ontem, mantivesse pelo menos 70% dos veículos em circulação durante os horários de pico e de pelo menos 50% nos demais horários.

Hoje, mais uma vez, os sindicalistas usaram de violência para impedir a circulação dos veículos. A Onicamp havia conseguido colocar 13 ônibus nas ruas mas três ônibus foram apedrejados e o veículo de prefixo 4860, da linha 4.13, que teve vidros laterais quebrados por pedradas e uma delas atingiu o rosto de uma passageira, que teve lesão leve e que foi encaminhada pela Polícia Militar ao Hospital Mário Gatti, onde ficou em observação. Os três ônibus depredados estão estacionados dentro do Terminal Central.

Ontem, as empresas concessionárias e a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) informaram o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região sobre o descumprimento da determinação judicial. O TRT havia estipulado a cobrança de uma multa de R$ 20 mil contra o sindicato por descumprimento.

As empresas VB Transportes e Turismo, Coletivos Pádova, Expresso Campibus, Onicamp Transporte Coletivo e Itajaí Transportes Coletivos, concessionárias do transporte coletivo urbano de Campinas, conseguiram a antecipação da Audiência de Conciliação para a próxima sexta-feira (18), às 16 horas, na sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região.

“Esta audiência estava, a princípio, marcada para a próxima segunda-feira (21), mas com o intuito de acelerar o processo de acordo e diminuir os prejuízos à população, a Transurc entrou com o pedido de antecipação, que foi aceito pelo desembargador Lourival Ferreira dos Santos”, explica Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transurc, à qual as empresas concessionárias são associadas.

É importante salientar que o Sindicato dos Rodoviários de Campinas e Região descumpriu hoje a determinação do mesmo desembargador, que despachou ontem uma liminar na qual obrigava o sindicato, a partir da zero hora de hoje, a manter o mínimo de 70% da frota operacional nas ruas durante os horários de pico e de pelo menos 50% nos demais horários.

A frota operacional das concessionárias é de 928 ônibus. Mas hoje pela manhã, a Onicamp tinha conseguido soltar 22 dos seus 76 veículos, a Itajaí pôs 42 dos seus 100 ônibus e a Pádova, dois dos seus 24 carros. “Ao todo, somente 66 ônibus estão rodando, ou seja, cerca de 7% do total”, confirma Barddal.